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Diretor de Quarteto Fantástico dormiu armado após ter escalado Michael B. Jordan

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Por Matheus Takahashi

O último filme do Quarteto Fantástico pode não ter deixado boas lembranças, mas certamente tem algumas histórias interessantes sobre seus bastidores, e outras que chamam a atenção por serem bizarras. Em uma dessas histórias, o diretor do longa, Josh Trank, conta que precisou dormir armado – sim, armado! – por conta da escalação de Michael B. Jordan para o papel de Johnny Storm, o Tocha Humana.

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Em entrevista ao site Polygon, o diretor contou sobre as consequências e ameaças que recebeu pela internet, durante a produção do filme. Ele disse que dormia com uma arma carregada ao lado da sua cama por causa disso: 

“Eu fiquei muito paranoico durante as filmagens. Eu estava recebendo ameaças por mensagens no IMDb (site especializado sobre filmes), dizendo que iriam atirar em mim. Se alguém tivesse vindo até minha casa, eu teria acabado com sua maldita vida. Quando você coloca na sua cabeça que alguém quer te pegar, você pensa ‘eu vou me defender’.”

Trank explicou que devolveu a arma assim que concluiu a produção, mas que realmente estava pronto para usar a arma se fosse necessário.

A ideia original de Trank para a equipe era recriar a sua origem, com uma equipe mais jovem, em uma trama que lembra muito a versão do antigo Universo Ultimate. Porém, ao invés de fazer com que Susan, a Mulher Invisível, e Johnny Storm fossem irmãos de sangue, o diretor fez com que a personagem de Kate Mara fosse adotada, e o ator negro Reg E. Cathey foi escalado para viver Franklin Storm, o pai da dupla.

A reação adversa dos ditos fãs à escalação certamente assustou o diretor, mas não é o único caso desse tipo em filmes de super-heróis. Vale lembrar de reações adversas às produções de longas como Capitã Marvel e Pantera Negra, que mais se basearam em mero preconceito do que por críticas, de fato.

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sobre o autor Matheus Takahashi

Geógrafo. Amante da cultura geek/nerd, mas ama mesmo super-heróis, jogos de luta e futebol. Conversa fácil sobre (quase) qualquer coisa

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