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10 Chefes mais difíceis de Bloodborne!

Por Lucas Rafael

Bloodborne é um dos melhores exclusivos do Playstation 4. Além de ser um game nos moldes da franquia Souls, com áreas interconectadas e uma ênfase em exploração, Bloodborne conta com um combate mais visceral, com destaque na ação. Além disso, é um jogo texturizado por uma forte atmosfera gótica que cada vez mais se disforma em horrores cósmicos, sendo a melhor adaptação de H.P. Lovecraft para a mídia dos games que você vai encontrar por aí. Já demos 10 motivos para jogar Bloodborne uma vez, então se não jogou, vale a leitura.

Nesta lista, separamos os 10 chefes mais difíceis do game. Aqueles que testam os nervos do jogador e se mostram obstáculos admiráveis no percurso de sua caçada. Cuidado, nobre caçador, bestas disformes e criaturas indizíveis habitam os itens desta lista, oriundas das mais sombrias dimensões. Prossiga com cuidado para manter sua sanidade nos eixos.

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Blood-Starved Beast

Vamos começar pelo terceiro (ou quarto) chefe do game, a Besta sedenta de Sangue que provavelmente deu muita dor de cabeça para os jogadores iniciantes.

Como a maioria dos chefes do game, até existe uma maneira fácil de abater a presa, mas é difícil que você saiba disso na sua primeira run do jogo. O problema aqui é a postura visceral de combate da criatura, sem falar em seus ataques venenosos, coisa que só piora na segunda fase da luta, mantendo o jogador constantemente apreensivo.

Claro, claro, com ataques de fogo e os coquetéis de sangue pungente à luta fica mais fácil. Mas ei, qual a graça?

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Father Gascoigne

Outra luta que logo surpreende é contra o segundo (ou primeiro) chefe do game, Father Gascoigne. Aqui temos um gostinho das mecânicas PvP do jogo, já que a primeira porção da luta se passa contra Gascoigne em seu estado humano, exigindo um ritmo de movimentação frenético, as lápides do cemitério podem muito bem ser um entrave para você ficar preso e à deriva dos ataques de Gascoigne. A luta só piora na segunda parte, quando ele vira uma espécie de lobisomem, com ataques frenéticos e letais.

Sim, dá pra passar a primeira parte da luta de modo mais fácil usando a caixinha de som, o que faz com que Gascoigne possa se transformar em seu estado bestial ainda mais cedo.

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Ebrietas, Daughter of the Cosmos

Se alguém um dia disser que Bloodborne de maneira alguma é um jogo com elementos Lovecraftianos, basta mostrar uma imagem de Ebrietas para o cidadão.

Aterradora já em seu visual, a criatura é completamente disforme, viscosa e tentacular, requerendo um bom número de adjetivos para descrevê-la, como tanto bom monstro Lovecraftiano.

O problema da luta contra Ebrietas são os danos proporcionados por seus ataques e a área que eles cobrem. Jogadores de primeira viagem provavelmente morrerão algumas vezes aqui até decorar o padrão dos ataques da criatura, para então ter a vantagem.

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Moon Presence

A Presença Lunar é um o chefe secreto opcional do jogo, que aparece caso você encontre e consuma três pedaços de um cordão umbilical. Jogo bacana, jogo família.

O problema da luta é o frenesi com o qual a criatura ataca, fazendo com o que o jogador se mantenha atento para telegrafar seus ataques e desviar apropriadamente. Vale lembrar que a criatura possui também um ataque que mata em um hit, então vale a pena ficar esperto.

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Darkbeast Paarl

Paarl é um um chefe opcional que vaga plo Hypoean Gael, predando jogadores desatentos que, geralmente, nem sabem direito como foram parar lá ou o que estão fazendo.

É uma luta tensa, a criatura é viciosa e conta com ataques elétricos poderosos, então a dica é tentar usar uma arma que a deixe atordoada para que você consiga desferir a maioria dos golpes.

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Shadows of Yharnam

Três contra um é covardia. Ou contra mais, se você optar por usar o sino nesta parte.

Vamos partir do pressuposto que você seja um jogador honrado que não sabe o que lhe espera adiante, peitando o trio de Sombras de Yharnam sozinho mesmo.

Uma delas vai te atacar com uma espada. As outras contam com ataques de fogo. Conforme você vai abatendo-as, as outras ficam mais fortes.

Saber desviar de ataques na hora certa é crucial aqui, e a luta pode ficar bem intimidadora dependendo de quem você for matar primeiro, já que cobras gigantes começam a sair do chão e coisa e tal. Se você morrer, tudo bem, o sino está aí pra isso e não há vergonha alguma em caçar junto de um companheiro.

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Laurence, the First Vicar

Muita gente provavelmente gostaria de ver Cleric Beast na lista. Bem, optei por tomar a liberdade de substituí-la por sua versão mais brutal, estressante e flamejante: Laurence. A criatura é tão difícil que compensa até a ausência de Vicar Amelia na lista.

Não basta ter ataques de fogo, Laurence pode dizimar o jogador em instantes através de seu dano, já que é um chefe opcional da DLC, ele é brutal, para dizer o mínimo.

Não bastasse isso, ele perde a parte inferior do corpo na segunda parte da luta, aquela que era a mais vulnerável e dava uma porcentagem de facilidade para a luta.

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Martyr Logarius

Ah, mais um chefe opcional. Dessa vez, vamos falar sobre este senhorzinho muito louco que habita o telhado do castelo de Cainhurst, uma das melhores áreas opcionais de todos os tempos em qualquer game.

Logarius pega pesado. Seus ataques físicos possuem um alcance apelativo, então é bom você aproveitar o espaço disponível parar desviar. O personagem também possui ataques mágicos que podem ser irritantes e te custar a vitória, então é bom ficar atento.

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Ludwig, The Accursed/The Holy Blade

Ludwig é um chefe que existe para dar aos jogadores um gostinho que está por vir na DLC The First Hunters.

A criatura é agressiva e fatal, podendo acabar com sua caça com poucos movimentos. Na segunda parte da luta, esse cavalo demoníaco passa a carregar a icônica Moonlight Sword, dando ainda mais dor de cabeça para o jogador.

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Orphan of Kos

Provando que a DLC First Hunters é onde reside a nata de chefes de Bloodborne, vamos finalizar com o chefe final da DLC, e uma das coisas mais difíceis e tenebrosas em qualquer game: O Órfão de Kos.

Além de contar com um visual asqueroso, a criatura é ágil e letal, pedindo o máximo de concentração do jogador para não morrer de bobeira. No entanto, as coisas complicam na segunda fase da luta, onde Kos simplesmente evoca raios, cospe veneno pra tudo quanto é lado e simplesmente não para quieto. É daqueles chefes de suar a mão no controle e glorificar de pé ao abater.

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Lucas Rafael

Redator. Entusiasta de coisas demais