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O que Rick Riordan pensa sobre os filmes de Percy Jackson?

Por Chris Rantin

Entre 2005 e 2009, Rick Riordan lançou os cinco livros da saga Percy Jackson e os Olimpianos. Trazendo a mitologia grega para o mundo atual, modernizando monstros e Deuses, os livros rapidamente fizeram sucesso mundial e se tornaram os queridinhos de uma geração de crianças e adolescentes. Não demorou muito para que um filme fosse anunciado e, apesar de toda a animação da comunidade, o resultado foi simplesmente terrível. 

Os fãs simplesmente abominam os filmes mas o que pensa Rick Riordan? Qual foi o envolvimento do escritor na adaptação dos filmes? Vem comigo que te explico!

Os filmes de Percy Jackson 

Percy Jackson e o Ladrão de Raios, foi lançado pela 20th Century Fox em 2010, o elenco reuniu Logan Lerman, Alexandra Daddario, Brandon T. Jackson e grandes nomes de Hollywood como Pierce Brosnan, Uma Thurman e Sean Bean. Contando com um orçamento de aproximadamente 95 milhões de dólares, o projeto foi dirigido por Chris Columbus, famoso por ter iniciado o império cinematográfico de Harry Potter, dirigindo os dois primeiros longas da franquia. O resultado foi uma bilheteria — não muito grande — de 227,2 milhões de dólares. 

Entre críticas enfurecidas dos fãs, o estúdio decidiu prosseguir com o segundo filme, trazendo Percy Jackson e o Mar de Monstros em 2013. Com um orçamento de aproximadamente 90 milhões de dólares, o filme acabou sendo dirigido por Thor Freudenthal, conhecido por ter trabalhado em O Pequeno Stuart Little e ter dirigido Um Hotel Bom pra Cachorro e Diário de Um Banana. Dessa vez o filme lucrou ainda menos que o primeiro, tendo uma bilheteria mundial de 200 milhões de dólares. 

Apesar de um ou outra cena divertida, os dois filmes acumulam decepções por parte dos fãs. Isso porque os longas não adaptam os livros de uma forma minimamente fiel, misturando conceitos de toda a sega, apagando personagens e fazendo grandes alterações na personalidade — e idade — dos protagonistas. Assim, da obra de Rick Riordan, a duologia só leva o nome do universo criado pelo escritor. 

O que Rick Riordan acha dos filmes de Percy Jackson? 

O trio de protagonistas do primeiro filme

Mas não são apenas os fãs que criticam as obras. Em inúmeras ocasiões, Rick Riordan fez questão de se pronunciar sobre o assunto. Para resumir, é possível dizer que o autor abomina os filmes e faz questão de, sempre que possível, ressaltar que ele não teve nada a ver com as produções e que, por isso, eles não são filmes dele — diferente dos livros.

Em 2016, usando seu site oficial, o escritor escreveu uma longa carta recomendando que professores não exibissem seus filmes em sala de aula

Riordan disse:

“Caro professor, Olá! Eu sou muito grato que você está ensinando mitologia grega para suas crianças e talvez lendo meus livros com eles. Eu espero que isso esteja indo bem! […] Agora um pedido: Por favor, pelo amor de múltiplas inteligências, NÃO exiba aqueles filmes do ‘Percy Jackson’ (as aspas são intencionalmente irônicas) em sua sala de aula para uma aula de comparação-contraste ou, que os Deuses proíbam, como uma ‘recompensa’ para o fim da disciplina. Nenhum grupo de alunos merecem ser expostos a esse tipo de punição entorpecente. Os filmes possuem nenhum valor educacional. Seria melhor usar o tempo da sua aula para… Bem, praticamente qualquer coisa, inclusive encarar o ponteiro do relógio por cinquenta minutos ou tirar o dia para limpar os armários.” 

Na carta, Riordan continua detonando os filmes “baseados” nos seus livros, sugerindo que Fúria de Titãs, Jasão e os Argonautas e Hércules, da Disney, seriam formas mais interessantes de passar o tempo — e dar uma folga para os professores. “Esses filmes possuem muita coisa que dá para comparar e contrastar com os mitos gregos. Mas parte meu coração toda vez que ouço que um tempo de aula está sendo desperdiçado para assistir aquelas adaptações desinteressantes de Percy Jackson.”

Sem economizar nas palavras, o autor continua a carta dizendo que entende que alguns alunos podem querer assistir aos filmes por conta própria.

“Tudo bem. Tanto faz. Pessoalmente, eu iria preferir que meus dentes fossem arrancados sem anestesia, mas cada um faz o que quiser. […] Eu não consigo pensar em nenhuma justificativa para que assistir as adaptações dos meus livros seja parte do currículo escolar (e por favor, não chame eles de meus filmes. Eles não são meus, de forma alguma),” declarou.  

Finalizando a carta, Riordan agradece o tempo dos professores e implora:

“Espero que você considere o apelo deste escritor. As crianças não precisam que você use o tempo de aula para ensinar que os filmes podem ser muito, muito ruins. Elas descobrirão isso sozinhas!” 

Rick Riordan teve envolvimento nos filmes de Percy Jackson?

Rick Riordan, autor de Percy Jackson

Dois anos depois, em 2018, o autor fez outra publicação no seu site, desta vez falando sobre sua experiência com os filmes de forma mais específica, incluindo cartas que ele enviou para a produção. A postagem é extremamente longa e cobre todos os aspectos dos filmes. 

Na época, o escritor havia questionado os fãs que equipe eles gostariam de ver comandando um possível reboot de Percy Jackson, algo que, naquele momento, não passava de uma esperança distante para Riordan. Por esse motivo, ele disse: 

“Mesmo que esse reboot acontecesse algum dia, eu teria ZERO controle sobre isso, porque esses direitos foram vendidos antes mesmo que meu primeiro livro fosse publicado e, como muitos autores, meu contrato era o padrão no qual Hollywood controla todas as coisas e todas as decisões de um filme. O autor pode ou não ser consultado, mas o pessoal dos filmes tem a palavra final em tudo. Há um mito [risos] que os autores possuem um controle muito maior sobre as decisões do filme do que eles realmente possuem. 

Até mesmo os escritores mais poderosos (sim, esses que vocês estão pensando agora mesmo) possuem MUITO menos influência e controle do que você acha que eles tem. Ninguém fala muito sobre isso, porque quando um filme está para ser lançado, o estúdio está interessado em fazer PARECER como se todo mundo estava muito envolvido e feliz com o produto final. Na realidade, o melhor que nós escritores podemos esperar é por um bom trabalho em equipe, onde todo mundo se dê bem, tenha a mesma visão, e trabalhe bem juntos. Às vezes isso acontece…” 

O autor explica que, pensar no reboot, fez com que ele recordasse do processo da criação dos filmes. Ele deixa claro que realmente foi consultado sobre alguns pontos e algumas decisões criativas que o estúdio tomou. 

“Eu fiz o meu melhor em dar um feedback que iria ajudar. Na época, obviamente, eu não poderia divulgar nenhuma informação dos bastidores com vocês, os leitores, mas já que essas conversas tem quase dez anos, eu pensei que vocês poderiam gostar de dar uma olhada nas correspondências e sugestões que eu enviei para os produtores enquanto eles planejavam o filme de O Ladrão de Raios,” ressalta, adicionando que esperava deixar claro que tentou o máximo que pode. “Como disse muitas outras vezes, uma vez que eu li o roteiro final e vi o que eles estavam fazendo nos set de filmagens, eu entendi que tinha que me afastar pelo bem da minha saúde mental. Eu nunca assisti nenhum dos filmes em suas formas finais. O que eu sei deles, e a maneira que eu os julgo, é inteiramente baseada na minha experiência com os produtores e nos roteiros finais. O filme de O Mar De Monstros é outra história, mas basicamente segue o mesmo processo.” 

 Apesar disso, Riordan reforça que é grato aos fãs que os filmes trouxeram para o mundo literário do autor: 

Eu vou dizer mais uma vez, para que fique registrado, eu fui muito abençoado e sou eternamente grato ao fato de que os filmes trouxeram muitas pessoas até os meus livros. Isso é uma coisa incrível que os filmes podem fazer para os livros, e todos os escritores sonham em conseguir essa oportunidade. Pouquíssimos conseguem sentir isso. Eu só gostaria que… Você pode ser exatamente o que eu desejava e quais eram minhas preocupações em 2009.” 

Como Rick Riordan tentou melhorar os filmes de Percy Jackson?

Na mesma publicação, Rick inclui suas correspondências com os envolvidos no filme. São inúmeras páginas de reclamações, comentários, apelos e sugestões, o escritor reconhece o motivo para algumas mudanças, confessa ter gostado de algumas coisas, mas reforça que tudo está terrível e chega a oferecer seu serviço como revisor do roteiro. 

Ele começa ressaltando que a alteração de idade mataria a possibilidade de criar uma franquia e adaptar os outros livros. Entre os argumentos usados por Riordan está o fato de que a idade de Percy (e o fato de que ele precisaria crescer até os 16 anos para a profecia dos livros funcionar) era de grande relevância. O autor ainda utiliza Harry Potter como exemplo, lembrando sobre como algumas pessoas envolvidas no filme tentaram envelhecer o elenco, mas repensaram essa decisão e conseguiram criar uma franquia longa e lucrativa: 

“Felizmente, eles olharam toda a situação e se mantiveram fiéis ao material de origem, o que permitiu que eles crescessem em uma franquia lucrativa. Isso seria impossível se eles começassem com o Harry aos dezessete anos. O mesmo princípio se aplica aqui.” 

Outro ponto levantado por Rick é que alterar a idade estaria fugindo do público alvo dos livros, que são crianças de nove a doze anos. O escritor aponta que mudar a idade faria com que as crianças não tivessem interesse no filme, perdendo o público alvo e as famílias que iriam assistir ao filme. 

“Além disso, fazer uma mudança tão grande do material de origem corre o risco de não agradar ninguém — os adolescentes, que sabem que os livros foram feitos para crianças, e as crianças que ficarão irritadas e desapontadas que o livro que elas amam foi tão distorcido para ser transformado em um filme adolescente.” 

Após conseguir ler o roteiro, Rick mandou outro email falando sobre suas preocupações com O Ladrão de Raios“Pra mim é muito importante que esse filme dê certo,” começa Riordan. “Eu também levo meu papel de advogado dos fãs dos livros muito a sério. Eles tem implorando para mim por quatro anos ‘Por favor, não deixe eles mudarem a história!’”

É então que ele aproveita pra dizer as coisas que gostou na adaptação: O começo rápido, que é uma forma mais ou menos fiel ao livro e serve para introduzir o universo; A cena do Minotauro; As letras de grego antigo sendo rearranjadas para que Percy consiga ler; A primeira aparição de Annabeth e o fato de que ela se tornou uma adversária mais física par ao Percy; A cena em Las Vegas; A entrada do Submundo no letreiro de Hollywood; A maneira que o Gabe é petrificado no final fazia sentido; O fato de que os heróis carregam a cabeça de Medusa por toda a viagem o fez rir.  

“Dito isso, aqui vai a má notícia: O roteiro como um todo é terrível. Eu não me refiro apenas a maneira que ele é diferente do livro, ainda que faça isso ao ponto de quase ser irreconhecível como a mesma história do livro. Os fãs dos livros ficarão irritados e decepcionados. Eles deixarão os cinemas furiosos e irão fazer uma péssima divulgação boca a boca. […] O maior problema é que mesmo se você fingir que o livro não existe, o roteiro não funciona como uma história sozinha.” 

Algumas mudanças foram feitas no segundo filme, tentando adicionar alguns elementos importantes que foram excluídos do primeiro

Riordan ressalta que é possível melhor, ainda que reconheça ter ficado desesperado com o quão ruim o roteiro era. É então que o escritor apresenta diversos pontos que ele acredita que melhoraria a recepção do filme e o deixaria mais aceitável para os fãs. 

Primeiro ele levanta sua preocupação que o filme deveria ser apropriado para todas as idades, sem conter palavrões ou conteúdo mais adulto — que poderia ser uma tentativa dos produtores em deixar o filme mais agradável para os jovens. “Por favor não sexualize a história dos meus filhos,” pede Rick. 

O escritor destaca que não ficou chateado com os cortes no filme, declarando que entende que Dionísio, o Oráculo de Delfos, a busca por Pã e Clarisse e tantos outros componentes foram cortados por motivos de orçamento e para deixar a história mais coesa. “Essas mudanças não me irritam porque elas não afetam o cerne da história,” explica. “Mas eu não entendo vocês adicionarem cenas e tramas que não existem nos livros, fazendo a história parecer algo que foi costurado de forma ilógica.” 

Entre os exemplos citados, Rick cita as “Pérolas de Perséfone” afirmando que além disso não possuir nenhuma base mitológica, altera a história de uma forma que deixa tudo esquisito e que vai enfurecer os fãs. 

Outro ponto criticado é a Hidra e mais uma vez Rick explica que ao invés da criatura — que ele acha que foi usada no lugar da Quimera por achar que o público não conheceria o monstro utilizado no livro –, esse seria um bom momento para introduzir Ares

Luke também é alvo de comentários negativos. O escritor explica que o filme apagar a disputa romântica por Annabeth que Percy teria com ele é um erro, além de que fica muito óbvio que ele é o vilão. Rick explica que isso destrói a história dos livros e deixa o final anticlimático:

“Eu não acho que é uma má ideia ter uma luta com Luke no final (ainda que eu não ache isso tão interessante quanto uma luta com Ares). Mas se você quer uma luta com Luke, ele deveria ser atraente e um inimigo poderoso. Quem quer ver nosso herói lutando contra um esquisitinho? Por que isso seria legal?” 

A maneira que Perséfone é trabalhada no filme também irrita Rick. O autor destaca que ela surge apenas para arrumar uma trama que não faz sentido e que o final — com Grover ficando com ela — não possui nenhuma tensão ou drama. Além disso, a trama do submundo, com Percy descobrindo que foi enganado por Ares é cortado, o que Riordan vê como um erro. 

Em seguida, Cronos é mencionado, com o criador de Percy Jackson reforçando (mais uma vez) que não ter o personagem poderia prejudicar a possibilidade de ter uma franquia de filmes. Na sugestão de Rick, seria possível apenas mencionar o titã, mas que deveria ser Ares manipulando Luke e sugerir que ele não estava trabalhando sozinho, o que permitira que adicionassem o grande vilão no futuro. 

Por fim, o último ponto mencionado nas críticas é A luta contra Ares:

“Honestamente, essa é a melhor e mais cinemática cena do livro. É um crime excluí-la do filme, e Ares é o melhor adulto da história.” 

Prosseguindo com o email, Riordan é extremamente sincero e diz que entende o motivo para estarem revisando o roteiro para compreender a lógica e a motivação do filme.

“O enredo foi tão retalhado que não se sustenta mais,” dispara. “Como eu disse, acho que isso poderia ser consertado sem mudar radicalmente a estrutura da cena que você desenvolveu, mas seria preciso escrever melhor por alguém que entende a história.” 

Jake Abel interpretou Luke nos filmes

Por fim, encerrando a longa mensagem, o escritor destaca que o roteiro não é memorável ou divertido, mas sim simplório, cansado e com apenas uns poucos bons momentos.

“Uma das coisas que definem Percy é seu senso de humor. Ele não tem um senso de humor nesse roteiro. […] Não há coração ou alma nessa história. A única motivação parece ser sexo — será que Annabeth e Percy ficarão juntos? Isso a) não é o bastante e b) não é bem feito.” 

É então que, sendo o criador desses personagens, ele dá uma aula sobre como o trio de protagonistas deveria ser — e como o filme falha com eles. Para Percy, Riordan destaca que ele deveria ser inseguro, amargurado com seu pai (mas a ponto dele conseguir se reconciliar) e alguém que consegue aceitar que seus pais não são perfeitos e superar a raiva, sendo isso que o faz um herói.

“No lado romântico, Percy é atraído por Annabeth, mas ela também o intimida e o irrita às vezes. Ele não é completamente guiado pelos hormônios para conquistar a garota, como é o caso nesse roteiro. O relacionamento deles precisa de nuance. 

Sobre Annabeth, Rick destaca que apagar o passado da garota — bem como seus sentimentos por Luke — não deixa espaço para o desenvolvimento da personagem. O roteiro é muito óbvio e rápido, o que o deixa desinteressante, resultando em Annabeth e Percy ficando juntos logo no primeiro filme, o que apaga o potencial do romance ser mais memorável caso fosse trabalhado nas sequências. 

Grover foi o que mais sofreu do trio. “Tudo com o que ele se importa é sexo,” critica Riordan. Retirar o passado dele, bem como sua tentativa de ser responsável e ver Percy como sua chance de redenção por seus erros — finalmente provando o seu valor — é um erro. “Isso exigiria apenas mais algumas falas para ser desenvolvida, mas faria o personagem ser mais do que apenas um alívio cômico.” 

Rick explica que ofereceu revisar o roteiro por conta própria, algo que poderia ser aceito ou rejeitado pelos envolvidos no filme — e que isso poderia ser feito sem alongar o roteiro ou modificar a quantidade de cenas. 

“Pelo menos encaminhe minhas preocupações para outro roteirista, alguém que realmente tenha lido o livro e possa fazer as mudanças necessárias, mas neste ponto, eu realmente não confio em ninguém além de mim mesmo para fazer isso corretamente. Se o roteiro seguir da forma que está, eu não preciso ser o Oráculo de Delfos para prever o que vai acontecer. Você perderá 100% dos fãs da série, mas o mais importante, o roteiro não impressionará nem mesmo as pessoas que não leram o livro e apenas vão ao cinema. O filme se tornará outra estatística em uma longa lista de livros infantis que foram mal adaptados e resultaram em filmes fracassados. Ninguém quer isso e, daqui a um ano, realmente prefiro não dizer: “Eu avisei”.

Rick Riordan ainda odeia os filmes do Percy Jackson? 

Sim. Em 2020, Riordan voltou a falar sobre o assunto no seu twitter (via EW). Mais uma vez, o escritor usou seu espaço para detonar as adaptações: 

“Eu ainda não assisti aos filmes e não planejo fazer isso. Eu os julgo através dos roteiros que li, porque eu me importo demais com a história. Eu certamente não tenho nada contra os atores muito talentosos. Não é culpa deles. Eu apenas sinto muito que eles foram arrastados para essa bagunça.” 

Quando um fã respondeu que era bom saber que o “tio Rick” odiava os filmes do Percy Jackson mais do que os fãs, Riordan continuou:

“Bom, para vocês é apenas algumas horas de entretenimento. Para mim, é o trabalho da minha vida sendo destruído, quando eu implorei para que eles não fizessem isso. Então é. Mas está tudo bem. Tudo está bem. Vamos corrigir isso em breve.” 

A série de Percy Jackson no Disney+

Logo de Percy Jackson e os Olimpianos foi exibido no evento do Disney Day de 2020.

Felizmente, apesar da tragédia que foram os filmes, Percy Jackson está prestes a ganhar uma nova adaptação — dessa vez contando com Rick Riordan diretamente envolvido. Os livros adorados por fãs de todo o mundo serão adaptados como uma série do Disney+ e o autor (e sua esposa Becky Riordan) está acompanhando todos os passos dessa aventura.

A última atualização sobre o assunto veio na semana passada, com o Tio Rick explicando que apesar de não ter sido aprovada oficialmente, todos estão trabalhando confiantes de que isso vai acontecer. O objetivo é que o projeto tenha cinco temporadas, cada uma adaptando um livro, e é assim que os roteiros estão sendo escritos.

A escalação dos atores ainda não começou, mas Rick parece bastante animado com o andamento do projeto, indicando que a produção e as filmagens podem começar em 2022.

E aí, animados para o projeto?

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sobre o autor Chris Rantin

Jornalista • Editor • Mestrando em Comunicação pela UEL • Instagram e Twitter: @Chris_Rantin • "Eu sou o fogo e a vida encarnados. Agora e para sempre eu sou a Fênix!"