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Ray Fisher se recusa a trabalhar com o presidente da DC Films

Por Raphael Martins

Ray Fisher, que interpretou o Ciborgue em Liga da Justiça, parece mesmo ter declarado guerra à Warner Bros. Há meses o ator acusa o diretor Joss Whedon, o produtor Geoff Johns e outros profissionais do estúdio de má conduta, abuso de poder, racismo e assédio moral durante as filmagens. Agora, ele deixou claro que não pretende voltar a trabalhar com Walter Hamada, presidente da DC Films dentro da Warner.

Fisher, que ganhou o apoio de vários colegas de profissão com quem trabalhou em Liga da Justiça, incluindo Jason Momoa, tornou a abordar os problemas internos da Warner em público.

Ray Fisher ao lado de Ezra Miller em Liga da Justiça

 

Usando seu perfil oficial no Twitter, ele acusou Walter Hamada de interferir com as investigações sobre o comportamento de Joss Whedon, e disse com todas as letras que nunca mais trabalhará em qualquer produção na qual ele esteja envolvido.

A postagem diz:

“Walter Hamada é o tipo mais perigoso de facilitador. Suas mentiras e o fracasso de relações públicas da Warner em 4 de setembro procuraram minar os problemas reais da investigação de Liga da Justiça. Não vou participar de qualquer produção associada a ele.”

O ator parece estar determinado a ir até as últimas consequências para clarificar e levar a público tudo o que aconteceu durante as refilmagens de Liga da Justiça, sem poupar ninguém ou recuar em suas acusações.

Confira também nossa lista sobre a carreira de Ray Fisher aqui embaixo:

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sobre o autor Raphael Martins

Redator, apresentador e roteirista. Gosto de longas caminhadas na praia, Star Wars, tokusatsu, anime e filé com batata frita. Deixo as pessoas constrangidas. Você pode trocar uma ideia comigo no Twitter: @aqueleraphael