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Turma da Mônica – Testamos o novo jogo e te contamos o que esperar!

Por Felipe Vinha

Mônica e a Guarda dos Coelhos é o mais novo jogo inspirado pelos quadrinhos clássicos da Turma da Mônica, produzido pelo estúdio Mac Mimic e com previsão de lançamento para o final do ano. O título deve chegar ao Switch, PS4 e PC, mas ainda não há data mais exata.

Em breve visita ao Rio de Janeiro, o produtor Luis Fernando Tashiro, diretor da Mad Mimic, conversou com a Legião dos Heróis não apenas para falar sobre os bastidores do desenvolvimento, mas também para nos apresentar o game em primeira mão, com um teste da versão demonstrativa, que já contava com alguns detalhes bem interessantes.

Como é o jogo?

Se você leu nossa análise de No Heroes Here, outro game da Mad Mimic, tem mais ou menos uma ideia de como será Mônica e a Guarda dos Coelhos. Mas não se engane, pois não se trata de um mero clone. O game da Turma da Mônica pega a mecânica principal como inspiração, mas traz elementos inéditos bem diferenciados, a começar pela narrativa.

De acordo com Tashiro, este jogo será bem narrativo, muito mais do que No Heroes Here. Para se ter uma ideia, a campanha será dividida em pequenos “arcos”, como ocorre, de fato, em quadrinhos atuais, com histórias curtas que, lá na frente, compõem uma saga. “São 20 fases no total, dividida em quatro arcos”, comentou o produtor.

A jogabilidade, sim, é baseada em conceitos cooperativos, onde os jogadores precisam auxiliar uma fortificação, enquanto rebatem a invasão de monstros com os coelhos mágicos: Sansão, Dalila e Hércules. Apenas o clássico coelho azul é o responsável pelo dano, enquanto Dalila e Hércules ficam responsável por deixar os inimigos lentos ou paralisados.

Como citamos, o fator cooperativo é grande, também como em No Heroes Here. O jogo pede que todos os personagens dentro do castelo – em equipes de até quatro pessoas – trabalhem juntos para preparar os coelhos mágicos, atirar, limpar os canhões e sempre estar atento às próximas ameaças. Conforme as fases avançam, mais difícil fica, e a sincronia precisa ser sempre maior.

Mais elementos inéditos

Há outras novidades em relação ao título anterior do estúdio, como portais de teleporte, portas que abrem e fecham, além do design diferente de cada castelo. Isso, por si só, já afasta Mônica e a Guarda dos Coelhos das similaridades, tornando-o uma experiência renovada e mais fluída.

Para completar o pacote, o visual do game segue o estilo retrô, fazendo referência aos quadrinhos clássicos, e não ao “Turma da Mônica Jovem” ou versões das Graphic Novels MSP. Tashiro comentou que tem planos de expansões após o lançamento, com mais personagens, cenários e jogabilidade adicional, mas não detalhou como isso será feito. “Estamos estudando tudo isso. Pensando no que vai entrar, quando vai entrar”, disse.

Muito que bem, e muito interessante. Mônica e a Guarda dos Coelhos parece respeitar a tradição dos jogos da Turma da Mônica, não só em ser uma adaptação de outro game já lançado, em total tom positivo, como também em trazer diversão descompromissada e acessível para todo tipo de público. Depois do que vimos, ficamos ansiosos para o lançamento, não só por ser mais um produto nacional vindo para consoles modernos, mas também pela força que a marca de Mauricio de Sousa ganha, cada vez mais, no mundo.

Veja o trailer do game, a seguir:

Fique ainda com imagens de Mônica e a Guarda dos Coelhos e da entrevista com Tashiro:

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sobre o autor Felipe Vinha

Já tentei salvar o mundo de uma invasão alienígena, mas hoje me contento em ser jornalista. Gosto de quadrinhos e suas adaptações na TV ou cinema, animes, tokusatsu, games (de luta principalmente) e tecnologia. Vamos trocar uma ideia no Twitter @felipevinha