Percy Jackson e os Olimpianos: As principais diferenças entre a série e os livros

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Percy Jackson e os Olimpianos: As principais diferenças entre a série e os livros

Por Melissa de Viveiros

A primeira temporada de Percy Jackson e os Olimpianos, série do Disney+ adaptando os livros da saga de mesmo nome escrita por Rick Riordan, chegou ao fim. Em oito episódios, a produção contou a história do primeiro livro da série, O Ladrão de Raios, e caiu no gosto do público por se aproximar da história original – mas ainda conta com várias diferenças dos livros.

Nesta lista, separamos as principais diferenças na história da série e dos livros!

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A infância de Percy

No livro de Riordan, pouco é contado sobre a infância de Percy antes dos eventos da trama. Isso mudou na série, adicionando um pouco mais à história.

Logo no início, Percy é mostrado vendo monstros e criaturas da mitologia grega, quando ainda é bem pequeno. Além disso, outra cena explica o motivo de Sally, a mãe do herói, ter escolhido chamá-lo de Perseus. Ao longo da série, outros momentos, como o protagonista se recusando a ir à escola ou a dificuldade que ser um semideus acrescentava ao relacionamento de mãe e filho, também são explorados por meio de flashbacks que não ocorrem nos livros.

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A visita ao museu

A série encurtou a visita de Percy ao museu, incluindo no que diz respeito ao confronto entre o garoto e Alecto, a Fúria disfarçada como sua professora, a Sra. Dodds. A versão literária conta com a Fúria levando o garoto para dentro do museu, onde o ataca. Lá, Quíron, que até então o protagonista conhecia como Sr. Brunner, interrompe a luta para dar Contracorrente a Percy. Já na série, o garoto recebe a espada antes, e é atacado na rua - o que torna o confronto mais breve.

Outra diferença na parte do museu se dá no diálogo entre Percy e o Sr. Brunner. Enquanto no livro o professor fala sobre Cronos e os Titãs, bem como a guerra contra os Olimpianos, sugerindo o arco geral da série, na versão para o streaming ele sugere que os deuses têm planos para Percy, o que logo se revela verdadeiro.

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A Academia Yancy

A obra de Riordan conta bastante sobre a vida de Percy na Academia Yancy, internato onde o garoto estuda no início da trama. Além de momentos como o protagonista em seu dormitório escutando conversas suspeitas entre Grover e o Sr. Brunner, a situação de Percy, sua inimizade com Nancy Bobofit e outros pequenos detalhes são mais explorados na obra, tendo ficado de fora da série. Nesta última, o confronto com Alecto ocorre logo no início, com Percy sendo expulso logo depois.

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Gabe Ugliano

Que o padrasto de Percy está longe de ser maravilhoso é mostrado em ambas as versões, mas em graus bastante diferentes. Na série, Gabe é mais um alívio cômico, sendo um cara folgado que se importa mais com seu carro que com a esposa ou enteado - mas nos livros é sugerido que ele de fato é abusivo, com uma cena na qual ele ameaça bater em Sally, que recua, indicando que isso já havia acontecido antes. Além disso, ele sempre a trata mais como uma serva do que como uma esposa, sendo também abusivo em relação a explorá-la financeiramente.

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Argos

Um personagem que acabou sendo cortado da série do Disney+ é Argos, que nos livros atua como diretor de segurança do Acampamento Meio-Sangue. Infelizmente, este não é um personagem fácil de adaptar por causa de sua aparência: ele seria um cara grande relativamente comum, não fosse pelo fato de ter centenas de olhos em todo o seu corpo.

Antes da estreia da série já havia sido anunciado que o personagem teve que ser cortado, apesar de estar em alguns dos roteiros. O motivo para isso seria o orçamento do projeto, já que seria muito caro incluir os efeitos especiais necessários para adaptar Argos.

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Ambrosia e Néctar

Um elemento recorrente nos livros é o uso da Ambrosia e do Néctar, a comida e bebida dos deuses. Na obra de Riordan, eles servem para curar os semideuses, embora precisem ser consumidos apenas em pequenas quantidades. A versão literária também explica que o gosto da Ambrosia e do Néctar varia, de acordo com coisas que têm uma conexão importante com quem as ingere.

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Relação com Annabeth

A relação entre Percy e Annabeth começa um pouco diferente na série e nos livros. Isso porque, nos livros, a garota tem uma presença importante, apresentando Percy ao Acampamento após ser uma das pessoas cuidando dele enquanto ele estava desacordado. Quando o garoto é reconhecido como filho de Poseidon, os dois já estão um pouco mais próximos. Já na série isso não acontece, e Percy só escolhe a garota para se juntar à missão por acreditar que eles nunca seriam amigos.

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Glória/Kleos

O conceito de glória é apresentado como algo bem importante na série. Luke explica que por meio de seus feitos os semideuses conquistam glória, os torna mais poderosos de certa forma, inclusive por torná-los mais notáveis aos olhos dos deuses.

Isso tem a ver com um conceito grego chamado de ”kleos”, palavra geralmente traduzida como glória. Essa ideia estava relacionada à percepção que os outros tinham dos heróis, que ganhavam kleos pela realização de grandes feitos, ou até por meio de sua própria morte. No livro, essa ideia nunca é elaborada como é na série.

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O ataque do cão infernal

No segundo episódio, vemos Poseidon finalmente reconhecer Percy como seu filho, logo depois de o garoto derrotar Clarice e vencer o jogo de Capture a Bandeira. No livro, isso acontece de maneira parecida, com uma grande diferença: depois de vencer o jogo, Percy é atacado por um cão infernal.

Quíron acaba derrotando o monstro, mas sua aparição acrescenta ao mistério quanto a um possível traidor, já que um semideus teria que ter invocado a criatura no Acampamento.

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O motivo para o pacto dos Três Grandes

A série explica que existe um pacto entre os Três Grandes - Zeus, Hades e Poseidon - segundo o qual nenhum deles poderia ter filhos semideuses. O que a produção do Disney+ não conta é como eles chegaram a esse pacto, algo que é discutido no livro.

Em O Ladrão de Raios, é contado que esse acordo foi feito na década de 1940, como resultado da Segunda Guerra Mundial. Nos livros, o confronto real é explicado como um embate entre os filhos de Zeus e Poseidon liderando os Aliados contra os filhos de Hades do lado do Eixo.

É possível que isso tenha sido deixado para temporadas futuras - ou que o autor tenha decidido rever a maneira como lida com a mistura dos eventos fictícios com o confronto real.

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Detalhes sobre os Três Grandes

Outra diferença relacionada aos Três Grandes é a falta de detalhes sobre os deuses. A série explora pouco de como Zeus, Hades e Poseidon são, além de não discutir a relação do trio. Isso acaba impactando certos elementos, como o motivo pelo qual Hades iria querer o raio não sendo muito discutido.

Nada disso é essencial para a história, que funciona bem sem entrar em muitos detalhes. Assim, não é surpreendente que essas informações tenham ficado de fora para priorizar outros elementos.

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A missão

A missão de Percy acaba contando com algumas diferenças entre as duas versões. A primeira é a motivação do herói que, no livro, não sabe que sua mãe está viva no início da jornada, enquanto na série essa é sua motivação para partir na missão. Além disso, em O Ladrão de Raios, Percy tem sonhos sobre o conflito entre Zeus e Poseidon, o que leva Quíron a determinar que ele deveria realizar a missão.

Outra mudança é que na série Percy escolhe Grover por ser a pessoa em quem mais confia, e Annabeth por ter certeza de que eles jamais seriam amigos - evitando, assim, a parte da profecia que dizia que ele seria traído por um amigo. No livro, não há uma razão mais complexa como na série.

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A relação de Luke e Annabeth

A relação entre Annabeth e Luke é bem mais explorada no livro, incluindo o crush que a garota tem pelo filho de Hermes. Isso é mostrado de forma sutil mas presente, com Annabeth corando quando ele fala com ela e o próprio Percy a provocando quanto ao interesse romântico depois. Na série, isso foi deixado de fora.

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O encontro com Medusa

A Medusa é uma das maiores mudanças da série. O trio se mostra bem mais esperto na versão do Disney+, descobrindo de cara que “Tia Eme” nada mais é do que a identidade de Medusa, que se mostra muito mais simpática na versão do streaming, se oferecendo como aliada ao invés de ser a vilã ressentida que é no livro.

Outra mudança notável vem com a batalha, que é menos baseada em ação. Ao invés disso, Medusa persegue os semideuses em uma sequência tensa, e acaba sendo derrotada por Percy com o garoto usando o boné da invisibilidade de Annabeth nela, evitando que seu olhar possa o transformar em pedra - o que é uma novidade em relação ao livro.

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Hermes

Após derrotar Medusa, Percy envia a cabeça da Górgona ao Olimpo. Na série, há uma pequena diferença em relação ao livro: vemos o próprio Hermes ir entregar o pacote aos deuses, enquanto a versão literária manda os pacotes de forma mágica.

Outra mudança envolvendo o deus é sua presença no Hotel e Cassino Lótus. No primeiro livro da série, Hermes não aparece e conversa com Percy e Annabeth, como acontece na série.

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Equidna e Quimera

A aparição de Equidna e Quimera acontece antes na série. No livro, os monstros só são revelados quando o trio de protagonistas já está no Gateway Arch, o arco onde o confronto com Percy acontece. Na série, a perseguição começa no trem em que os semideuses estavam viajando.

Outra diferença é que Percy escolhe enfrentar a Quimera na produção do Disney+. No livro, o herói fica encurralado, e é obrigado a lutar. Já na série, ele faz com que Annabeth e Grover deixem o local para enfrentar o monstro sozinho e salvar seus amigos.

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A punição de Atena

No quarto episódio, quando os heróis encontram Equidna, a Mãe dos Monstros indica que ao enviarem a cabeça da Medusa ao Olimpo, alguns deuses teriam ficado particularmente ofendidos - como foi o caso de Atena, a mãe de Annabeth. A atitude teria despertado a raiva da deusa, que como punição permitiu que os monstros seguissem sua filha para dentro do que deveria ser um santuário.

Nada disso ocorre no livro, onde nenhum evento do tipo é descrito acontecendo com Annabeth e Atena.

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As Moiras

Tanto na série quanto no livro, as Moiras aparecem como três senhoras tricotando, antes de cortarem um dos fios de lã. A maneira como isso aparece é diferente nas duas versões, porém.

Enquanto no livro isso ocorre bem no início, com Percy vendo o trio logo após seu confronto com Alecto, na série as Moiras aparecem apenas no episódio 5 - e quem vê as três tecendo o destino é Annabeth, não Percy.

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Grover e Ares

Diferente do que é visto na série, na versão literária Ares não mantém Grover com ele ao enviar os semideuses para recuperarem seu escudo. Assim, toda a sequência com os dois juntos é inteiramente nova, o que significa que nos livros Grover não tenta manipular o Deus da Guerra a contar mais sobre o raio-mestre de Zeus e seu roubo.

No livro, Grover simplesmente acompanha Annabeth e Percy em sua visita à Aqualândia, onde ajuda a recuperar o escudo de Ares.

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Aqualândia

Outro momento que passou por grandes mudanças em relação ao livro foi a visita de Percy e Annabeth à Aqualândia - começando por Grover não estar presente nessa parte da história que é mostrada no quinto episódio.

Em seguida, temos o fato de que o escudo está no fundo de uma piscina esvaziada no livro, sendo uma armadilha de Hefesto para pegar Ares e Afrodite juntos e expor a dupla ao restante do Olimpo, humilhando sua esposa e o amante dela. Já na série Percy e Annabeth passam pelo Túnel do Amor assistindo à história trágica de Hefesto. Quando eles encontram o escudo, ele está sendo segurado por uma estátua atrás de um trono dourado.

Percy se senta no trono para que a estátua solte o escudo, mas acaba ficando preso como resultado - em referência a um mito no qual Hefesto usa o trono para aprisionar sua mãe, Hera. Outra diferença é a aparição do próprio deus, que fala com Annabeth e acaba liberando Percy de sua armadilha.

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Cavalos

Uma mudança que a série fez foi não revelar a capacidade de Percy de se comunicar com cavalos. Nos livros, o herói tem esse dom pelos animais terem sido criados por seu pai, Poseidon. Assim, ele consegue conversar com uma zebra que está sendo transportada em meio aos animais no caminhão. Ao invés disso, Grover é quem conversa com os animais e acaba os resgatando.

Outro momento relacionado à conexão de Percy com cavalos se dá com o encontro do garoto, ainda durante a infância, com um pégaso - algo que ocorre somente na série.

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O passado de Luke

Com a expansão do papel de Hermes na série, a história de Luke também começa a ser explorada - enquanto nos livros tudo sobre ele é revelado apenas posteriormente. A série, porém, já alude aos problemas que a mãe de Luke, May, enfrenta por seu contato com o mundo dos deuses gregos - uma mudança positiva, que ajuda a construir o personagem e sua relação com os outros, bem como suas motivações.

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O Hotel e Cassino Lótus

Outras mudanças ocorrem durante a sequência do Hotel e Cassino Lótus na série em relação à versão escrita por Riordan além do papel de Hermes. Um exemplo disso é que, no livro, todo o trio principal precisa enfrentar a tentação do local, enquanto na série o efeito do local afeta apenas Grover. Enquanto Annabeth e Percy se esquecem de algumas coisas, Grover se perde no hotel e em suas atividades. Os dois nunca chegam a querer ficar no hotel para sempre na série, permanecendo relativamente focados na missão.

O carro de Hermes também é uma adição da série, bem como o personagem Augustus, que foi criado para a produção - possivelmente para expandir na história envolvendo Pã e estabelecê-la melhor, dado sua importância na jornada de Grover.

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Procrustes

Assim como outros encontros que ocorrem ao longo da série, Percy se mostra mais preparado para enfrentar os perigos ao longo do caminho ao encontrar Procrustes. Na série, o herói entra na loja já sabendo do mito envolvendo Procrustes, e só ganha tempo até que Annabeth chegue usando seu boné da invisibilidade. Ela então empurra o inimigo para uma de suas camas, que são armadilhas para as vítimas dele.

No livro, o homem consegue prender Grover e Annabeth antes que Percy consiga prendê-lo e matá-lo com sua espada.

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O Mundo Inferior

No Mundo Inferior, algumas outras mudanças ocorrem. Para começar, a série mostra um Cérbero bem mais agressivo, que é acalmado apenas temporariamente pelos truques que Annabeth aprendeu por ter um cachorro quando vivia com seu pai. No livro, o cão de três cabeças é bem mais dócil, e acaba brincando com Annabeth e querendo que ela retorne após fazer amizade com a garota.

Ainda no Mundo Inferior, a série não mostra outras áreas além dos Campos de Asfódelos, o que não acontece nos livros. Embora não visitem outros locais, o trio consegue ver o Elísio, paraíso para os heróis considerados dignos, e os Campos de Punição, local que, como o nome indica, é para onde as pessoas julgadas más são enviadas para serem punidas.

Por fim, Annabeth não deixa o Mundo Inferior antes de Percy e Grover no livro, como acontece na série.

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Hades

A parte envolvendo o Senhor do Submundo, Hades, também conta com algumas alterações. Para começar, na série Percy encontra o raio em sua mochila antes de chegar até Hades, enquanto no livro é o deus quem alerta o herói da presença do objeto em sua mochila.

Há também uma considerável diferença na personalidade de Hades nas duas versões. A obra literária mostra um deus mais temperamental, que chega a invocar as Fúrias e guardas para confrontar Percy após sua chegada ao palácio. O trio precisa fugir do local, diferente da série, onde Hades convida Percy e Grover a entrarem no palácio e oferece um acordo aos dois - inclusive oferecendo sua proteção após a revelação do envolvimento de Cronos no roubo do raio-mestre.

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O solstício

Uma mudança importante entre as duas versões é que, na série, Percy falha em sua missão. O garoto perde o prazo de entregar o raio-mestre a Zeus até o solstício graças ao tempo que passaram no Hotel e Cassino Lótus. Assim, os deuses começam a se preparar para a guerra, o que não chega a acontecer no livro.

A trama escrita por Riordan permite que Percy chegue a Santa Mônica com um dia faltando para o prazo final, que acaba sendo cumprido.

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Zeus

Mais um deus que tem seu papel um pouco mudado na série é Zeus. Na série, o líder dos Olimpianos é bem menos vilanesco que no livro, onde se apresenta como uma das principais ameaças à vida de Percy.

Em O Ladrão de Raios, é Zeus quem envia Equidna e Quimera atrás do herói, por exemplo, algo que a própria Equidna revela. Já na série o personagem não se apresenta como um antagonista até a parte final.

Na produção do Disney+, Percy encontra Zeus sozinho, uma vez que perdeu o prazo do solstício de verão. Por sua atitude impertinente, o deus quase o mata, sendo impedido por Poseidon, que aparece e se rende para salvar a vida do filho. Tudo isso acontece apenas na série, já que no livro o herói não perde o prazo e a guerra não tem início.

Para finalizar, quando se trata de Zeus a versão da série leva a ameaça do retorno de Cronos muito mais a sério que sua contraparte literária. Ele inicialmente se mostra disposto a deixar Percy viver por causa do aviso, além de convocar uma reunião com os Olimpianos - já em O Ladrão de Raios ele se recusa a aceitar que o retorno de Cronos é verdade, e proíbe os deuses de discutirem o assunto.

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A traição de Luke

Mais uma coisa que Percy percebe antes de acontecer na série é a traição de Luke. Quando o personagem leva o protagonista para a floresta, o garoto já deduziu que ele era o Ladrão de Raios, o que não ocorre no livro, onde Percy só descobre a verdade quando o próprio Luke a revela.

Outra diferença é que Luke deixa claro que queria apenas recrutar Percy para sua causa na versão da série. Assim, ele acaba se colocando menos como um antagonista que no livro, uma vez que a obra escrita por Riordan traz Luke tentando matar Percy com um escorpião.

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A Grande Profecia

Um ponto central de toda a saga Percy Jackson e os Olimpianos é a Grande Profecia. Ao longo da saga, diversas menções à profecia ocorrem, incluindo uma menção quando Percy chega ao Acampamento Meio-Sangue, e ela volta a ser mencionada após Luke envenenar Percy no fim do primeiro livro. Zeus, porém, impede que a profecia seja contada ao protagonista, o que faz com que ela só seja completamente revelada posteriormente.

Na primeira temporada da série não há grande destaque a nada relacionado à Grande Profecia que interconecta a série. Ainda que o plano de Cronos seja um aceno a isso, já que o herói sabe que o vilão o quer vivo, Percy não faz ideia da existência da Grande Profecia até o momento. Resta saber por quanto tempo isso se manterá, caso a série conte com mais temporadas.