[CRÍTICA] Tomb Raider: A Origem – Ou seria Prince of Persia 2018?

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[CRÍTICA] Tomb Raider: A Origem – Ou seria Prince of Persia 2018?

Por Felipe Vinha

Tomb Raider já teve sua chance nos cinemas. E entregou uma adaptação até que competente, não é mesmo? O primeiro filme, com Angelina Jolie, é lembrado com carinho pela maioria dos fãs, não só por se manter fiel ao material original, mas também por ser uma aventura de qualidade, com cenas de ação bem dirigidas, ainda que não seja lá uma grande obra do cinema.

Foi um longa-metragem competente, que respeitou suas origens, que divertiu como pôde. Opa, leu ali o que eu escrevi? “Divertiu”. Essa é a palavra-chave do cinema. Um filme precisa te entreter, te divertir, ser minimamente interessante. Ter algum diferencial não é obrigatório, mas já te coloca lá em cima no meio da competição.

O que nos traz ao novo Tomb Raider: A Origem. É divertido? Um pouco. Ser inspirado nos novos jogos dá toda uma dinâmica diferenciada para Lara Croft. É interessante? Consegue ser, sim, de certa forma. Mas talvez não o suficiente evitar aquela canseira na cadeira do cinema. Leia a crítica e entenda melhor os pontos.

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sobre o autor Felipe Vinha

Já tentei salvar o mundo de uma invasão alienígena, mas hoje me contento em ser jornalista. Gosto de quadrinhos e suas adaptações na TV ou cinema, animes, tokusatsu, games (de luta principalmente) e tecnologia. Vamos trocar uma ideia no Twitter @felipevinha