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[CRÍTICA] Super Mario Party – A frustração mais gostosa que você vai sentir na vida!

Por Felipe Vinha

Super Mario Party traz de volta uma das séries mais queridas da Nintendo, agora no Switch, atual console da empresa.

O jogo é um magneto de risadas e apresenta diversão certa, mas também momentos de raiva para quem está perdendo ou se dá mal repentinamente.

Se quer saber o que achamos, confira a análise a seguir!

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Ficha Técnica

Nome: Super Mario Party

Plataformas: Switch

Gênero: Quebra-cabeças

Modos de jogo: Um a quatro jogadores

Estúdio: Nd Cube

Publicadora: Nintendo

Data de lançamento: 5 de outubro de 2018

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Se você não tem familiaridade com a série, a gente te explica: Mario Party é um grande jogo de tabuleiro digital. Você aproveita com amigos em modo multiplayer e lida com dados, estratégias, itens e outros elementos que surgem ao longo da partida.

A série nasceu no Nintendo 64 e, desde então, estava sempre presente nos aparelhos da Nintendo, tornando-se um dos títulos mais aguardados a cada nova geração.

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Em Super Mario Party, agora no Switch, temos algumas boas novidades, ainda que o jogo retenha boa parte de seus elementos mais tradicionais, que fizeram sua fama.

O game ainda tem um máximo de quatro jogadores e não permite ter menos personagens em uma mesma partida. Ou seja: se jogar com apenas dois jogadores humanos, os outros serão automaticamente controlados pelo computador.

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De certa forma isso é ruim, pois torna a experiência um pouco mais massante. Nada mais chato que esperar o computador realizar suas ações, principalmente quando ele está na sua frente do ranking.

Além disso, também prejudica bastante os jogadores na hora dos minigames – conforme eles se tornam cooperativos, principalmente, pois a inteligência artificial nem se compara a um humano no comando em outro controle.

Mas ok, o game tenta remediar isso de algumas formas.

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Mas calma lá, “minigames”? Pois é, desculpas. Não explicamos mais algumas partes de Super Mario Party.

Seguindo também a fórmula da série, a cada rodada um minigame é apresentado, com o objetivo de render mais moedas aos participantes. As moedas, por sua vez, são usadas para comprar itens ou estrelas, que é o item que dá vitória a um jogador: quanto mais estrelas, mais chances você terá de vencer a partida.

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São 80 minigames nesta edição, sendo que alguns deles podem ser jogados online, separadamente do modo de jogo de tabuleiro – lembra que citei, mais acima, que o jogo tenta remediar o problema de limitação de número fixo de jogadores?

Além disso, há também um modo onde é preciso cooperar com seu grupo de jogadores para vencer uma corredeira e lidar com outros minigames, enquanto evita pedras e obstáculos e tenta superar o tempo, sempre caindo. No geral, Super Mario Party está servido de modos de jogos – mas já não podemos dizer o mesmo dos tabuleiros, que são apenas quatro, levando em conta que é a modalidade principal do game.

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Mas Super Martio Party não faz feio em conteúdo. Os personagens jogáveis são muitos: es Mario, Luigi, Rosalina, Dry Bones, Boo, Koopa Troopa, Hammer Bro, Princess Peach, Princess Daisy, Yoshi, Donkey Kong, Shy Guy, Bowser, Wario, Waluigi, Bowser Jr., Diddy Kong, entre outros.

Isso não apenas dá muitas opções de personagens, mas também variedade nos dados, já que cada um possui suas faces próprias, variando ainda a estratégia e os resultados em cada turno de jogadores.

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Por fim, Super Mario Party vem com uma novidade incrível que é a possibilidade de jogar com dois Switch juntos, como se fosse um grande tabuleiro, em modo portátil e em cima de uma mesa. O efeito cria minigames multi-tela e novas formas de aproveitar a série, de maneira que nunca foi visto antes em toda a marca.

Coisas que a Nintendo, enfim, sempre foi craque em fazer.

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Conclusão

Super Mario Party tem probleminhas nas limitações de jogadores e tabuleiros, mas tenta compensar em conteúdo, formas inéditas de se jogar e, claro no fator diversão – que está muito em alta por aqui.

Ele é um jogo frustrante de maneira positiva, como Mario Party sempre tem sido, e vai gerar risadas certas naquela sua próxima reunião de amigos, sejam eles fanáticos por jogos de tabuleiro ou não!

Nota: 4 de 5

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Felipe Vinha

Já tentei salvar o mundo de uma invasão alienígena, mas hoje me contento em ser jornalista. Gosto de quadrinhos e suas adaptações na TV ou cinema, animes, tokusatsu, games (de luta principalmente) e tecnologia. Vamos trocar uma ideia no Twitter @felipevinha