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[CRÍTICA] Rampage: Destruição Total – Um gorila, um lobo, um lagarto e um touro

Por Felipe Vinha

Rampage: Destruição Total é um filme que, em muitos aspectos, pode ser classificado como “desnecessário”. Por mais que o videogame Rampage seja um clássico da infância de muita gente, fica difícil imaginar uma linha narrativa que vá além de “monstros destruindo a cidade” – por mais que sagas como a de Godzilla tenham mostrado que, de alguma forma, pode dar certo.

Porém, Rampage: Destruição Total tem um elemento extra que adiciona carisma à experiência: The Rock. O homem que é um touro, perdão, tem o poder de deixar minimamente agradável qualquer filme mais “meia boca”. Já não é de hoje que Dwayne Johnson está em crescimento em Hollywood.

Mas afinal, qual é a do filme em questão? Leia nossa crítica e entenda!

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sobre o autor Felipe Vinha

Já tentei salvar o mundo de uma invasão alienígena, mas hoje me contento em ser jornalista. Gosto de quadrinhos e suas adaptações na TV ou cinema, animes, tokusatsu, games (de luta principalmente) e tecnologia. Vamos trocar uma ideia no Twitter @felipevinha