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[CRÍTICA] Ni No Kuni 2: Revenant Kingdom – Sentimentos em conflito

Por Felipe Vinha

Ni No Kuni 2: Revenant Kingdom chega ao mercado com uma tarefa ingrata – dar sequência a um dos melhores RPGs da geração passada. Só por isso ele já merece aquela atenção redobrada, por ser um título muito aguardado e por ter a responsabilidade do legado de peso que a marca já estabeleceu.

O game da Bandai Namco é uma sequência, sim, mas não tem relação com o anterior, a não ser pelo clima da história e alguns poucos elementos narrativos e de jogabilidade. Aqui temos novos protagonistas, uma parte do mundo ainda inexplorado e, principalmente, sistemas inéditos.

É melhor? É pior? É diferente. Mas isso não é necessariamente bom, nem ruim.

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sobre o autor Felipe Vinha

Já tentei salvar o mundo de uma invasão alienígena, mas hoje me contento em ser jornalista. Gosto de quadrinhos e suas adaptações na TV ou cinema, animes, tokusatsu, games (de luta principalmente) e tecnologia. Vamos trocar uma ideia no Twitter @felipevinha