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[CRÍTICA] Monster Hunter: World – É Hora da Caça!

Por Lucas Rafael

Sistemas de loot são uma coisa engraçada: é algo que tenta viciar o jogador através da repetição, predando na sua esperança de conseguir os itens que deseja para melhorar seu personagem. É um tipo de mesmice que não fisga todo mundo, talvez por isso a franquia Monster Hunter sempre tenha sido algo de nicho, que cativava pela proposta da caça a criaturas enormes, porém, desanimava alguns com toda sua robusta parte teórica de aprendizado.

Conhecer algum entusiasta da franquia era como conhecer alguém em um buraco: são pessoas que sabem demais daquele universo, não somente dos monstros, mas também de suas mecânicas, armas, exploits e muito mais – um conhecimento lógico, refinado através de horas de jogatina caçando monstros gigantes com afinco. É dedicação pra caramba. Mas Monster Hunter: World é uma nova incursão para a franquia da Capcom, chegando na geração atual de consoles e prometendo uma experiência palatável para os recém-chegados, sem frustrar os veteranos. Será que o jogo cumpre a missão?

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sobre o autor Lucas Rafael

Redator. Entusiasta de coisas demais