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[CRÍTICA] God of War – Em nome do pai, do filho e do olimpo

Por Felipe Vinha

Pode parecer estranho, mas Kratos é considerado um símbolo de uma geração inteira de videogames. Lançado no PS2, no primeiro God of War, o guerreiro espartano já passou por muita coisa e ajudou a definir o gosto de muita gente. Por mais que olhemos para trás e vejamos suas aventuras com outros olhos, hoje, ainda é possível enxergar, nele, uma figura de extrema importância.

Mas isso tudo foi em 2005.

Ter um novo God of War, sem subtítulo nem nada, pode parecer sem sentido e “macete de dinheiro fácil” para as empresas envolvidas. Ainda mais depois da conclusão do terceiro capítulo, que trouxe Kratos ao final de sua jornada contra o Olimpo. Mas o que dizer quando SIE Santa Monica Studio, estúdio da Sony voltado para a série, nos apresenta a uma versão “repaginada” do herói?

Sim, herói. Por mais que seja pouco ortodoxo, Kratos realizou feitos heróicos, no sentido mais simples da palavra. Agora ele retorna de uma forma bem diferente, que faz sentido, mas ainda mantém os elementos que conhecíamos da saga.

Leia nossa análise completa do novo God of War.

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sobre o autor Felipe Vinha

Já tentei salvar o mundo de uma invasão alienígena, mas hoje me contento em ser jornalista. Gosto de quadrinhos e suas adaptações na TV ou cinema, animes, tokusatsu, games (de luta principalmente) e tecnologia. Vamos trocar uma ideia no Twitter @felipevinha