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[CRÍTICA] Fullmetal Alchemist – É a ferro e fogo, ele é puro aço!

Por Felipe Vinha

Adaptações de outras mídias para o cinema costumam ser um problema – para quem faz e para quem assiste. Fãs apaixonados são muito exigentes e uma alta expectativa pode comprometer o resultado, quando se espera muito.

Esse problema se intensifica se o filme em questão adapta uma obra japonesa, “tão afastada” de nós geograficamente falando, quando ocorre de algum autor ocidental resolver trazer sua interpretação “Hollywoodiana” para a obra.

Em Fullmetal Alchemist, filme que leva para as telonas o mangá de mesmo nome, o que temos é um produto 100% japonês. O Japão criou e o Japão adaptou. Isso não garante qualidade, nunca. Mas rendeu um bom resultado, capaz de agradar gregos e troianos. Ou seria orientais e ocidentais?

O que importa é que Fullmetal Alchemist chegou ao Ocidente pela Netflix, após fazer certo sucesso nos cinemas japoneses, no ano passado. Leia nossa crítica sem spoilers e saiba o que achamos.

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sobre o autor Felipe Vinha

Já tentei salvar o mundo de uma invasão alienígena, mas hoje me contento em ser jornalista. Gosto de quadrinhos e suas adaptações na TV ou cinema, animes, tokusatsu, games (de luta principalmente) e tecnologia. Vamos trocar uma ideia no Twitter @felipevinha