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[CRÍTICA] Far Cry 5 – Erguei as mãos!

Por Felipe Vinha

Far Cry é uma série curiosa. Nasceu de forma despretensiosa e hoje é uma das grandes marcas da Ubisoft, produtora francesa que ainda tem, no currículo, sagas como Assassin’s Creed, Rayman, Prince of Persia e Rainbow Six, só para citar algumas.

Desde o terceiro capítulo da série, a empresa tenta se focar em uma especificidade de Far Cry: tratar de pessoas insanas, vilões manipuladores e caóticos, enquanto o jogador assume o papel do “grande salvador”, que vai desmontar a enorme dinastia e liberar uma região dominada na base da opressão.

Disponível no PS4, Xbox One e PC, Far Cry 5 chega para repetir a dose. Mas agora flertando com assuntos como religião, racismo e até o patriotismo norte-americano.

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sobre o autor Felipe Vinha

Já tentei salvar o mundo de uma invasão alienígena, mas hoje me contento em ser jornalista. Gosto de quadrinhos e suas adaptações na TV ou cinema, animes, tokusatsu, games (de luta principalmente) e tecnologia. Vamos trocar uma ideia no Twitter @felipevinha