[Crítica] Call of Duty: WWII – Velha roupagem, velhos truques!

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[Crítica] Call of Duty: WWII – Velha roupagem, velhos truques!

Por Lucas Rafael

Franquias anuais de jogos são complicadas, afinal a saturação é um problema. Todo ano temos um Call of Duty novo saindo, visto que é uma das franquias mais rentáveis da indústria, e todos os anos os desenvolvedores tentam adicionar aqui e ali alguma novidade.

Call of Duty caminhava cada vez mais em direção ao futuro. Primeiro era “Modern Warfare”, com drones futurísticos e apetrechos espalhafatosos, até que chegamos em Advanced e Infinite Warfare, em que a franquia dispunha de trajes que aumentam a capacidade do soldados e guerras em outros planetas. A fadiga começou a ser sentida pelos fãs, a série mantinha seus pontos de brilhantismo intactos, mas um cansaço começava a despontar.

O novo Call of Duty quer voltar às origens. Esqueçam as naves espaciais, a guerra moderna, os drones, os exoesqueletos e tudo mais. “Boots on the ground” era a frase utilizada pelos desenvolvedores durante o marketing do jogo. “Botas no chão.” A visceralidade da Guerra novamente. Mas e aí, como ficou o resultado?

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sobre o autor Lucas Rafael

Redator. Entusiasta de coisas demais