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[CRÍTICA] Bayonetta – Vai malandra!

Por Felipe Vinha

Quando Bayonetta surgiu, causou certa estranheza. A personagem era inédita e aceitação não parecia ser imediata. Apesar de vir da mente de Hideki Kamiya, que já havia criado grandes jogos no passado, o jogo ainda precisava se provar entre os maiores títulos de ação na época – vale lembrar que, quando saiu, em 2009, já existiam produtos como Devil May Cry (do próprio Kamiya!) e God of War.

Mas não é que a história foi feita?

Bayonetta se provou um game extremamente divertido e bem trabalhado. Provando que há espaço para novas protagonistas nos games, principalmente mulheres, e também mostrando que o mercado japonês ainda pode criar novas marcas, criativas e interessantes.

Alguns anos depois, Bayonetta está de volta, agora no Switch, com uma versão “remasterizada”…? Talvez este não seja o termo correto. Mas o relançamento não deixa de ser uma boa pedida para os fãs.

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sobre o autor Felipe Vinha

Já tentei salvar o mundo de uma invasão alienígena, mas hoje me contento em ser jornalista. Gosto de quadrinhos e suas adaptações na TV ou cinema, animes, tokusatsu, games (de luta principalmente) e tecnologia. Vamos trocar uma ideia no Twitter @felipevinha