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10 obras de Stephen King que merecem uma adaptação!

Por Gus Fiaux

Stephen King é um dos maiores ícones da literatura contemporânea, com uma extensa obra que vai desde dramas emocionantes ao terror mais horripilante. Ele já possui um espaço bem importante em outras mídias, com livros como Carrie: A Estranho, O Iluminado Cemitério Maldito já tendo sido adaptados.

No entanto, ainda há uma variedade de obras do mestre que precisam encontrar vida nas telonas – e até mesmo nas telinhas. Pensando nisso, selecionamos 5 obras de Stephen King que ainda merecem uma adaptação – e 5 que precisam de um remake!

Créditos: Divulgação

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O Apanhador de Sonhos

Embora não seja considerada uma das obras mais brilhantes de Stephen King, O Apanhador de Sonhos poderia ganhar vida nos cinemas ou na TV, trazendo algumas mudanças para o material original e ganhando uma história mais respeitável e engajante.

A trama é cheia de reviravoltas, mas basicamente segue um grupo que tenta resgatar um menino com habilidades psíquicas. Aos poucos, eles também passam a ter os mesmos dons que o garoto, e acabam se envolvendo em uma guerra secreta entre o governo norte-americano e alienígenas.

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Cujo

Um livro que compartilha algumas similaridades com outra obra grandiosa do autor, Jogo Perigoso, Cujo chegou a ganhar filme em 1983, mas já está mais do que na hora de ganhar um remake. A trama gira em torno do adorável cachorro de uma família que contrai raiva.

No entanto, ele se torna tão violento que acaba deixando a mulher e seu filho confinados em um carro, sem poder sair com medo de que o cão os ataque. Feito com os devidos efeitos visuais e uma boa atmosfera, Cujo daria um ótimo filme de suspense.

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Colheita Maldita

Colheita Maldita talvez seja o exemplar mais popular desta lista, considerando que gerou uma saga de filmes que inclusive expandiram a mitologia de Stephen King - embora não de uma forma agradável. E aqui, tocamos em um tema surpreendentemente pavoroso: crianças bizarras.

Na história, todas as crianças que moram em uma pequena cidade do campo são levadas, por uma força maligna que habita os milharais, a matar todos os adultos e tomar conta da cidade. Com o diretor certo, esse breve conto poderia retornar de forma grotesca e assustadora aos cinemas.

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Sob a Redoma

Uma das obras mais recentes de Stephen King, o aclamado Sob a Redoma chegou a ganhar uma série televisiva que até começou bem, mas aos poucos foi decaindo e se tornando lenta e arrastada, removendo toda e qualquer emoção e senso de mistério que possuía o livro.

Na história, uma pequena cidade do Maine se vê enclausurada quando uma redoma aparece misteriosamente, isolando os moradores do resto do mundo. Ninguém sabe ao certo quem colocou essa barreira, e aos poucos vamos descobrindo como a vida dos habitantes mudou com esse mistério.

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A Hora do Vampiro

Encerrando a leva dos filmes e séries que precisam de um remake, temos A Hora do Vampiro, que é baseado no livro favorito de Stephen King. Assim como muitas de suas histórias, a trama é focada em um escritor, dessa vez chamado Ben Mears.

Na história, o autor retorna à sua cidade natal, mas nota que a população está bem diferente do que ele se lembrava. Só então percebe que a cidade está completamente povoada por vampiros, e agora precisa correr contra o tempo para se livrar dessa praga sobrenatural e salvar sua própria vida.

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Insônia

Situada em Derry, no Maine (onde também se passam obras como IT: A Coisa), a história de Insônia daria um filme excelente. Aqui, vemos uma viúva que começa a sofrer de insônia, e isso acaba liberando algumas habilidades... excêntricas.

De início, ela é capaz de enxergar a aura das pessoas ao seu redor, mas aos poucos seus dons a tornam capaz de abrir janelas para outras dimensões, habitadas por criaturas pavorosas. O livro possui uma conexão sutil com a saga d'A Torre Negra, que vai virar série pela Amazon.

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Rose Madder

Assim como Insônia, Rose Madder não é um dos livros que Stephen King mais se orgulha. Em entrevistas, ele chegou a dizer que ambas as obras "tentam demais". Mas considerando que se trata de uma das obras mais populares do autor, adoraríamos ver uma adaptação.

Na trama, que discute elementos como abuso e violência doméstica, vemos Rose, que após décadas de um relacionamento abusivo, decide ir embora. No entanto, ela começa a ter ligação com uma pintura sobrenatural, e então embarcamos em uma jornada com uma pitada de mitologia grega.

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A Longa Marcha

Escrito em 1979, sob o pseudônimo de Richard Bachman, o livro A Longa Marcha pega emprestado alguns elementos da ficção distópica. Em sua essência, conta a história de um jovem chamado Raymond Garraty, que precisa participar de um jogo letal.

As regras? Quem andar por mais tempo ganha. Só pode haver um sobrevivente. Mas o cansaço e a fome são o menor dos problemas. Já há rumores de que a New Line Cinema vai produzir um longa baseado no livro, mas até agora não temos informações concretas.

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Joyland

Considerando sua trama e ambientação, é incrível pensar que Joyland nunca teve uma adaptação, seja nos cinemas ou na TV. A história gira em torno de Devin Jones, um rapaz que é contratado para trabalhar em um sinistro parque de diversões.

As coisas começam a ir de mal a pior quando Devin descobre que o parque parece ser assombrado pelo fantasma de uma garota - e isso está ligado a vários assassinatos que acontecem na área. A Freeform parece estar desenvolvendo uma série baseada no livro, mas nada ainda foi divulgado.

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Duma Key

Um dos maiores best-sellers da carreira de Stephen King, Duma Key é sobre um artista que, ao sofrer um acidente, perde um braço e tem sequelas em seu cérebro. Após se separar de sua esposa e se mudar para a Flórida, ele começa a ganhar habilidades psíquicas.

A partir daí, todas as suas pinturas começam a ganhar vida, trazendo coisas para o mundo real. As coisas só pioram quando ele começa a descobrir a natureza sombria de seus poderes, especialmente quando nos é revelado o nome Perse. O livro funcionaria tão bem, seja como série ou como filme.

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Gus Fiaux

Formado em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Crítico, roteirista e mago nas horas vagas. Demon to some... angel to others (ele/dele) || @gus_fiaux