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10 Motivos para assistir Ragnarok da Netflix

Por Guilherme Souza

Na última sexta-feira, chegou ao catálogo da Netflix a primeira temporada de Ragnarok, série que aborda a mitologia nórdica através de uma nova perspectiva, trazendo os deuses antigos e seus inimigos para os dias atuais.

Hoje, iremos listar alguns motivos pelos quais você deve dar uma chance para a série.

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A mitologia

A mitologia nórdica é uma das mais queridas pelos fãs de cultura pop e ao longo das últimas décadas já vimos diversas adaptações diferentes que abordam esse tema.

Na série, a mitologia é trazida para os dias de hoje de uma maneira interessante, pois mostra justamente essa perda de contato com os deuses antigos até mesmo entre as pessoas que vivem em regiões que os cultuaram por mais tempo. Além disso, a série também aborda o confronto com os gigantes, que diferentes do que se imagina, não eram considerados gigantes por sua estatura, mas sim por sua inteligência e força.

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Trama ambiental

Apesar de ser uma ficção de fantasia, a série usa como tema central a destruição do meio-ambiente causada pelas grandes corporações como um gancho para explicar a presença de antigos inimigos dos deuses.

Isso é um tema bem interessante, considerando o período em que vivemos como tem se falado cada vez mais em aquecimento global e preservação do meio-ambiente, servindo como uma ótima maneira de integrar os mais jovens ao tema.

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Raízes Norueguesas

Mesmo se passando na cidade fictícia de Edda, Noruega, a série transmite perfeitamente a atmosfera européia que se espera da mitologia Nórdica, inclusive, esse é um ponto bem marcado pela série, que destaca o retorno das divindades às suas raízes.

ALém das paisagens deslumbrantes, a pequena cidade acrescenta um charme especial para a trama e nos deixa com vontade de visitar aquele local, que existe na vida real e atende pelo nome de Odda, também na Noruega.

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Personagens carismáticos

Apesar do núcleo adolescente, a série conta com muitos personagens interessantes, principalmente por eles estarem atrelados à mitologia nórdica e por nos deixarem imaginando “quem é quem”.

Logo nos primeiros episódios você já cria empatia pelo protagonista, mas quem realmente cativa são os vilões, frios, calculistas e ameaçadores.

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Poderia estar no universo de Percy Jackson

Se você conhece a saga Percy Jackson, sabe que o autor Rick Riordan gosta de pegar mitologias antigas e trazer para os dias atuais, através de filhos dos deuses antigos. Em Ragnarok, vemos algo similar a isso.

Apesar de parecer mais uma série adolescente, os elementos mitológicos se encaixam muito bem na trama e enriquecem os personagens.

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Cenografia e Fotografia

Como dito acima, o cenário da série é espetacular, mas a equipe de produção também faz um bom trabalho no tratamento das imagens, criando uma atmosfera mais sombria e introspectiva com filtros azulados que ressaltam a beleza gélida do local.

outro ponto bem positivo é que a equipe de efeitos especiais busca apostar em efeitos práticos e os enquadramentos das cenas de ação são muito bons.

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Potencial para o futuro

Apesar de uma temporada um pouco lenta e que demora para engrenar, a evolução do protagonista e dos antagonistas é notável, nos deixando bem ansiosos pelo que virá no futuro.

Ainda descobrindo seus poderes, vai ser interessante ver o que Magni fará com eles no futuro e como se desenrolará a luta contra os gigantes.

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Poucos episódios na primeira temporada

Uma das maiores vantagens dessa temporada é o fato dela ter apenas seis episódios, o que evita “gorduras” narrativas desnecessárias e que inflariam a trama.

Ao se manter em uma escala menor e com um foco narrativo principal, a trama consegue desenvolver bem os personagens sem cansar o espectador. Esperamos que isso seja mantido em uma eventual segunda temporada.

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Desvantagens de ser um super-herói

Muita gente já sonhou em ser um super-herói, mas isso pode não ser uma coisa boa, afinal, os humanos têm dificuldade em entender o que é diferente. A série retrata isso muito bem ao taxar o protagonista como louco quando ele tenta dizer o que está acontecendo.

O mais intrigante é que ele não pode contar nem mesmo com o apoio de sua família e seu histórico de dislexia só deixa as coisas ainda piores.

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Cenas de Ação

Mesmo mantendo a narrativa mais “pé no chão” e com poucos poderes e tudo o mais, as cenas de ação da série são honestas e bem executadas, principalmente no último episódio.

O destaque também fica para os efeitos usados para os momentos em que Magni está descobrindo seus poderes, que atendem bem a proposta da série.

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Guilherme Souza

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