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As 10 melhores versões femininas de heróis da Marvel e da DC!

Por Gus Fiaux

Para essa lista, resolvemos selecionar as dez melhores – sendo metade da Marvel e metade da DC Comics – heroínas que subverteram esse padrão, tornando-se mais que apenas “a versão feminina de tal herói”, ganhando uma identidade própria e saindo da sombra de seu modelo heroico.

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Kate Bishop

Começando pela Marvel, temos uma entrada relativamente recente no mundo de super-heróis. Kate Bishop entrou para essa vida no momento em que os Vingadores se separaram, e foi formado uma equipe composta apenas por heróis juvenis, os Jovens Vingadores.

Com uma personalidade ácida e refletindo a juventude moderna, Kate se tornou mais que apenas uma cópia do Gavião Arqueiro, e conseguiu alcançar tamanha popularidade que ela co-protagoniza um título mensal com o outro arqueiro da Marvel.

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Mulher-Aranha

Aqui está um caso que sempre causa confusões entre leitores não-assíduos. Apesar de possuir esse nome, Jessica Drew não tem nenhuma relação com o Homem-Aranha, e até mesmo seus poderes são diferentes.

A heroína é treinada em espionagem e sabe aspectos de combate, além de possuir poderes como disparo de ferrões e liberação de feromônios sensoriais.

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X-23

Adotando um caminho inverso ao de outras heroínas dessa lista, X-23 surgiu na animação X-Men Evolution, e logo foi transposta para os quadrinhos.

Clone do Wolverine, a heroína logo se tornaria bem popular entre os fãs mais recentes da editora, e após à morte de seu "pai", ela assumiu o lugar como a nova Wolverine.

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Mulher-Hulk

Criada originalmente pensando na série de TV do Incrível Hulk, Jennifer Walters tem um peso histórico por ser uma das últimas personagens criadas por Stan Lee durante seu império na editora.

A personagem ficou conhecida por seu bom-humor e suas histórias que aproveitavam o viés cotidiano por trás de uma advogada que graças a uma transfusão de sangue, tem os mesmos poderes do Incrível Hulk, mas retém seu intelecto quando transformada.

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Capitã Marvel

Inicialmente Miss e agora Capitã, Carol Danvers conseguiu seus poderes em uma explosão envolvendo um dispositivo Kree, e logo se tornou uma espécie de "cópia feminina" de Mar-Vell, o Capitão Marvel.

Porém, a heroína foi crescendo e se tornando cada vez mais independente. Atualmente, ela é a prova de que heroínas podem ser independentes e ter suas próprias aventuras. Um ícone moderno, a heroína está entre as mais respeitadas da Marvel.

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Jesse Quick

Passando para a DC Comics, podemos começar por uma heroína que, por pouco, não fez uma estreia estrondosa na TV há poucos meses. Filha de dois heróis da Era de Ouro, Jesse pode ser considerada a versão feminina tanto de seu pai, Johnny Quick, quanto do Flash.

Durante um tempo, ela chegou a assumir a persona do Flash, e esteve ligada a momentos importantes não apenas da história do personagem, como também do Universo DC em geral.

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Miss Marte

Criada recentemente e popularizada graças à série animada Justiça Jovem, a Miss Marte é o tipo de heroína dócil e delicada, mas que possui um grande poder interior.

Da mesma espécie do Caçador de Marte, a heroína teve momentos interessantes durante a passagem de Geoff Johns pelos Jovens Titãs.

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Mulher-Gavião

Extremamente bem sucedida graças à sua participação na série animada da Liga da Justiça, a Mulher-Gavião é uma heroína clássica que se adaptou bem à modernidade.

Apesar de sua história ser intimamente ligada ao Gavião Negro, ela já deixou claro ser focada e auto-suficiente, nos fornecendo vários momentos marcantes, seja nas HQs ou na TV.

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Batwoman

Apesar da Batgirl ser, possivelmente, a contraparte mais influente do Cavaleiro das Trevas, é graças à Batwoman que temos histórias com personalidade e um tom mais maduro.

Quando bem explorada por roteiristas, a Batwoman se torna uma heroína ótima e bem desenvolvida. Até hoje esperamos ansiosamente a inserção da heroína em alguma mídia relacionada.

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Supergirl

Prima do maior herói de todos os tempos, a Supergirl teve um grande dever em suas costas: representar ainda melhor o papel que se esperava dela. E ela, à sua maneira, conseguiu perfeitamente.

Com histórias que puxam mais a questão humanitária e cotidiana, Supergirl é um ícone no que diz respeito à representação de jovens mulheres. Sem contar todo seu papel no Universo DC ao longo dos anos.

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Gus Fiaux

Formado em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Crítico, roteirista e mago nas horas vagas. Demon to some... angel to others (ele/dele) || @gus_fiaux