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10 Coisas ruins em Kingdom Hearts 3!

Por Guilherme Souza

Recentemente, os fãs finalmente puderam conferir o aguardado Kingdom Hearts 3, jogo desenvolvido pela Square Enix que reúne personagens de Final Fantasy com personagens das animações Disney e Pixar, criando uma narrativa nova e envolvente.

Depois de tantos anos de espera em relação ao lançamento do segundo jogo da franquia, a expectativa para o novo título era altíssima, mas infelizmente, nem tudo foi perfeito, por isso, resolvemos listar algumas coisas que poderiam ter sido melhores.

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Kairi donzela indefesa (de novo)

Embora Kairi tenha se tornado uma portadora da keyblade no final de Kingdom Hearts 2, a personagem não tem muito destaque e chance de mostrar seu potencial em Kingdom Hearts 3.

No jogo, Kairi passa a maior parte da trama treinando com Lea em um local criado por Merlin, entrando em ação somente no final do jogo, porém quando ela tem a chance de brilhar, acaba sendo, mais uma vez, a donzela indefesa que precisa ser resgatada por Sora.

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Disney Attractions

A grande novidade em Kingdom Hearts 3 é a possibilidade de utilizar brinquedos dos parques Disney como armas para enfrentar os inimigos.

A princípio, as attractions são bem divertidas e encantam os jogadores com suas luzes reluzentes e os efeitos que as acompanham, porém ao longo do jogo, elas acabam se mostrando frustrantes, repetitivas e, por certos momentos, deixam o combate confuso e fácil demais.

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Cutscenes longas demais

Por ser um jogo que amarra histórias de diversos outros jogos, Kingdom Hearts 3 possui uma narrativa extensa e complexa, exigindo cutscenes longas para explicar tudo.

Acontece que, por mais que o jogo tenha removido as cenas com caixas de diálogo em slide, as cutscenes são longas demais e algumas passam de uma hora de duração, exigindo muita paciência daqueles que gostam de acompanhar tudo.

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Ausência das "Copas"

Nos jogos anteriores, contávamos com alguns desafios no Mundo de Hércules que garantiam prêmios interessantes conforme eram concluídos.

Em Kingdom Hearts 3, as “Copas” foram removidas e deram lugar aos “Battle Gates”, portais espalhados pelos mundos que contém desafios com inimigos poderosos. Acontece que esses portais não são tão desafiadores quanto eram os das Copas e nem garantem recompensas tão boas assim.

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Poucos mundos

Um dos maiores atrativos de Kingdom Hearts 3 sempre foram as recriações dos mundos Disney que nos permitiam explorar locais históricos das animações.

Com isso, a expectativa para os mundos presentes no novo game da franquia era grande, já que muitos esperavam ver mundos antigos sendo repaginados, bem como a inclusão de novos mundos. Acontece que o jogo preferiu explorar pouco essa parte e conta com uma quantidade de mundos similar ao jogo anterior. Além disso, os jogadores também sentiram a falta de explorarem novamente mundos como Radiant Garden e Twilight Town, que são originais da franquia.

Outro ponto negativo é que o jogo não teve nenhuma surpresa em relação aos mundos Disney, já que tudo havia sido revelado na campanha de marketing.

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Poucas Keyblades

As Keyblades são as grandes armas da franquia Kingdom Hearts e, ao longo dos jogos, muitas se tornaram icônicas e queridas pelos fãs.

Acontece que em Kingdom Hearts 3, os desenvolvedores preferiram dar foco às keyblades inspiradas pelos mundos Disney e deixaram de lado as keyblades originais como Oathkeeper, Sleeping Lion, Fenrir e tantas outras icônicas.

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Nada de Sephirot

Desde o primeiro jogo da franquia, Sephirot, o grande vilão de Final Fantasy VII, apareceu em Kingdom Hearts como um boss secreto extremamente difícil e divertido, mas essa tradição foi quebrada no terceiro jogo.

Infelizmente, Sephirot não aparece em Kingdom Hearts 3, decepcionando aqueles que esperavam um novo confronto épico contra o anjo de uma asa só.

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Poucas referências à Final Fantasy

Assim como Sephirot ficou de fora do jogo, parece que tudo relacionado à franquia Final Fantasy foi deixado de lado.

Geralmente, víamos referências diretas e até personagens da franquia em Kingdom Hearts, mas no terceiro jogo, as referências aparecem de forma acanhada e quase imperceptível. Personagens queridos e importantes como Leon, Tifa e outros sequer são mencionados.

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Sem localização brasileira

Atualmente, as desenvolvedoras de jogos têm investido pesado na localização de seus jogos, o que implica em legendas, traduções de menu e até mesmo dublagem em outras línguas, mas infelizmente, isso não acontece em Kingdom Hearts 3.

O fato de não localizarem o jogo para o Brasil causou estranhamento em muita gente, já que a Square Enix já havia feito isso antes com Final Fantasy XV. Considerando que Kingdom Hearts é um jogo com apelo infantil extremo, a localização se torna ainda mais necessária.

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Cozinhar pra quê?

Outra inovação do jogo, é a possibilidade de coletar ingredientes e preparar receitas ao lado do Ratinho Remy, de Ratatouille. As receitas garantem melhorias temporárias nos status de seu personagem que te ajudarão no progresso do jogo.

Acontece que ao longo do jogo, as receitas se mostram inúteis e desnecessárias, já que você consegue passar pelos desafios sem se alimentar. No fim das contas, elas só servem como um minigame e uma réplica do que foi feito em Final Fantasy XV (de maneira menos satisfatória).

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Guilherme Souza

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