10 coisas que você provavelmente não sabia sobre Street Fighter!

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10 coisas que você provavelmente não sabia sobre Street Fighter!

Por Fernando Maidana

O pessoal da WhatCulture separou 10 curiosidades que você pode ainda não saber sobre Street Fighter!

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A troca de nomes!

M. Bison é um dos mais icônicos personagens de Street Fighter, mas seu nome, originalmente, foi criado para outro membro do jogo.

O pugilista americano que ficou conhecido como Balrog, era uma homenagem a Mike Tyson, por isso seu nome original é Mike Bison. Mas, na adaptação para o mercado americano, os tradutores preferiram trocar os nomes dos personagens.

O M. Bison original, ficou com o nome de Balrog. O nome original do personagem que conhecemos como Bison era Vega e o nome original do Vega era Balrog.

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Muitos personagens foram baseados em celebridades!

Na intenção de tornar Street Fighter um fenômeno global, os desenvolvedores se inspiraram em artistas marciais de verdade e em diversas celebridades ao redor do mundo para despertar a empatia do público.

O personagem Eagle foi inspirado em Freddy Mercury. Joe, Deejay e Fei Long foram baseados nos artistas marciais Joe Lewis, Billy Blanks e Bruce Lee. Alex e Hugo foram inspirados nos wrestlers Hulk Hogan e Andre, O Gigante.

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Ryu, Sagat e Bison!

Apesar de grande parte dos personagens terem sido inspirados em artistas marciais, Sagat, Ryu e Bison tiveram suas origens em diferentes fontes. Os traços de Ryu e Sagat foram influenciados pelo manga de 1977, Karate Baka Ichidai.

Ryu compartilha diversas semelhanças com o protagonista da série, Yoshiji Soeno, enquanto Sagat é baseado no antagonista do manga, Reiba. Não apenas na estética, mas nos movimentos e até personalidade.

Bison nasceu do filme de ficção científica japonês Tokyo, The Last Megalopolis. No filme, o vilão conhecido como Yasunori Kato é praticamente uma versão mais bizarra de Bison.

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Ryu tonto!

Quando os desenvolvedores testam, implementam e removem algumas funcionalidades dos games, é comum eles deixarem os códigos ocultos e apenas removerem o acesso à essas funcionalidades.

Nos estágios iniciais de desenvolvimento do game, haveria uma espécie de "Dano de tontura" em que o personagem receberia o dobro de dano se fosse atingido enquanto estava confuso. No final, eles resolveram tirar esse artifício, mas, por algum motivo, Ryu é o único personagem que ainda sofre o dobro de dano se atingido em um frame exato.

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Esboços!

Os personagens de Street Fighter estão entre os mais memoráveis dos games, mas poderia ter sido muito diferente. Quando os protótipos iniciais do jogo foram revelados na internet, percebemos que escapamos de uma bela bomba.

O design dos personagens seguiria uma temática militar/mística além dos próprios nomes serem outros. Blanka, por exemplo, se chamaria Beast-Man. A primeira versão de Dhalsim, chamava "Indian" e era simplesmente um homem com turbante. Mais tarde, Indian foi redesenhado como um homem com vários braços e cabeça de elefante. O nome original de Zangief seria Vodka Garbalski... com esse eu até que concordo.

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Final Fight seria a sequência de Street Fighter!

A sequência original do primeiro Street Fighter foi renomeada e transformada em um beat-em-up. A Capcom decidiu separar as franquias, pois assim teria mais um nome para concorrer nos fliperamas e competir com outras marcas como Double Dragon.

Isso explica por que diversos personagens do universo Final Fight, como Poison, Alex, Hugo, Sodom e Rolento, também aparecem em diversos momentos de Street Fighter.

Como a sequência original foi renomeada, os desenvolvedores tiveram que pensar em um novo game, tudo do zero. Ainda bem! Senão não teríamos o tão amado Street Fighter II

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Jogar de dois!

Apesar de Final Fight ter sido um grande sucesso, a Capcom ficou com medo de aprimorar a inteligência artificial de Street Fighter II e frustrar os jogadores dos fliperamas.

Logicamente, a empresa estava interessada em arrancar mais fichas das pobres crianças, mas como fazer isso sem dificultar tanto o game ao ponto que deixasse os jogadores frustrados?

Acrescentar novos personagens e permitir que outro jogador pudesse interromper seu progresso a qualquer momento para desafiá-lo para um duelo mortal.

Claro que todo mundo iria querer desafiar seus amigos para provar ser o melhor jogador. Mais desafios, mais fichas, mais dinheiro no bolso da Capcom.

Eles estavam nos usando esse tempo todo =(

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Os Combos eram bugs!

Originalmente, o sistema de combos em Street Fighter II foram erros que deveriam ter sido removidos.

Os desenvolvedores perceberam que apertando uma sequência de botões diversas vezes, o personagem executava os golpes repetidamente a uma velocidade absurda deixando o oponente preso em um canto da tela e ocasionando em diversos danos. Achando isso muito injusto, eles decidiram retirar o artifício da versão final do jogo. No entanto, o designer Akira Nishitani achou a manha interessante e decidiu reintroduzi-la no game.

Assim, golpes como o hundred-hand slap do E.Honda ou os lightnig kicks de Chun Li, tornaram-se adorados pelos fãs e acabaram sendo introduzidos não somente nos outros Street Fighter's, mas em diversos outros jogos de luta.

Ah, vocês também já repararam que dentro do Hadouken há um frame das mãos do lutador que executou o golpe? =)

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Existe uma ópera rock dedicada a Street Fighter II

Spin-offs de games são algo comum hoje em dia, ainda mais em se tratando de Street Fighter. A franquia já ganhou filmes, desenhos animados, histórias em quadrinhos e, mais recentemente, a aclamada web-série Street Fighter: Assassin's Fist. Mas e que tal uma ópera rock dividida em 3 álbuns?

Em 2007, a banda texana Man Factory decidiu homenagear seu jogo favorito compondo canções que contavam a história de seus amados personagens. As músicas falavam sobre a rivalidade entre Ryu e Ken, a jornada de Chun-li em busca de vingança por M. Bison ter matado seu pai, entre outras histórias.

As coisas foram ficando tão complexas, que a banda teve que compor 3 álbuns para conseguir concluir a épica saga. Você pode ouvir o resultado AQUI!

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Street Fighter I sofreu forte influencia de Karate Champ!

Nos estágios iniciais de desenvolvimento, a equipe de designers de Street Fighter tirou grande parte de sua inspiração do game Karate Champ.

Karate Champ era um torneio mundial onde cada luta acontecia em uma arena localizada em um lugar diferente do planeta. Os comandos eram separados em socos altos e baixos e chutes altos e baixos, também. Quando você jogava com um amigo, cada um podia escolher entre jogar com um lutador de quimono vermelho ou branco.

Se tirar o nome Karate Champ do começo da frase, parece que estamos falando do primeiro Street Fighter, não é? O jogo utilizou diversos elementos de Karate Champ e melhorou algumas mecânicas que já estavam datadas para a época.

Podemos dizer que se Karate Champ não tivesse existido, provavelmente a franquia Street Fighter seria completamente diferente do que temos hoje. Louco né? xD

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Fernando Maidana

Boa piada. Todos riem. Rufam os tambores. Cortinas se fecham.