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Quem é o herói da DC cuja própria existência é uma dádiva e uma maldição ao mesmo tempo?

Por Arthur Eloi

As páginas da DC Comics são repletas de heróis de todo tipo, até mesmo os mais inusitados. Um dos mais curiosos que não costuma ser muito lembrado é o Deadman (ou então Desafiador, como era conhecido aqui no Brasil), um personagem cujos poderes transitam entre dádiva e maldição.

Originalmente apresentado nas HQs em 1967, ele era um acrobata de circo que foi assassinado a tiros durante uma apresentação. Acontece que sua alma foi resgatada pelo deus hindu Rama Kushna, e ele volta ao plano dos vivos como uma entidade fantasmagórica, invisível para os vivos e capaz de possuir o corpo de qualquer um.

Deadman consegue possuir qualquer pessoa viva, mas nenhuma se lembra dele

Assim, ele assume o título de Deadman, e parte tanto em busca de investigar seu próprio assassinato como também de ajudar pessoas em perigo. Quando assume o corpo do outro, ele leva consigo suas habilidades acrobáticas, o que acaba transformando os recipientes em heróis locais. O único problema? É que as pessoas comuns não se lembram de Deadman após serem possuídas, e sequer conseguem vê-lo.

Por conta disso, Deadman é relegado à uma existência nos bastidores, ajudando todos que consegue mas nunca sendo reconhecido por isso. O personagem é escrito como alguém meio egocêntrico, que adorava ouvir os aplausos do público quando se apresentava, portanto sua condição é igualmente uma bênção e uma maldição, já que para se manter “vivo” precisa abrir mão de algo que amava.

O Deadman já teve HQs ao lado do Lobo, e também já deu as caras em animações da DC, como Batman: Bravos e Destemidos.

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Arthur Eloi

Repórter entusiasta de filmes ruins, jogos de tiro e de horror em todas as suas formas. Dá notas duvidosas para obras questionáveis • @ArthurEloi117