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Stephen King revela qual é o pior filme de terror que ele já viu

Por Gus Fiaux

Com uma vasta carreira na literatura de horror desde os anos 60, Stephen King ganhou a alcunha de mestre do gênero, para muitos de seus fãs. Ao longo dos anos, o autor conseguiu explorar todos os tipos de medos em suas obras, criando uma influente coletânea de livros, antologias de contos, sagas épicas e até mesmo roteiros para o cinema. Mas ele também se tornou um grande estudioso das várias formas do horror, lançando livros como Dança Macabra, que se propõem a dissecar um pouco do que já foi produzido no campo do terror nos Estados Unidos.

Com o passar dos anos, King acabou ganhando a fama de “sincerão”. Ele se manifesta com muita paixão pelas coisas que gosta e muito desdém pelas coisas que não gosta – e inclusive, não tem medo de dar declarações bem negativas publicamente, mesmo que isso incomode seus colegas da indústria. Recentemente, ele resolveu falar um pouco sobre o pior filme de terror que ele já viu na vida, em seu perfil pessoal no Twitter.

Lá, King perguntou aos fãs qual era o pior filme de terror que eles já tinham visto, dizendo também “para mim, é Banquete de Sangue. Embora não seja tão conhecido pelo grande público, Banquete de Sangue (ou Bloody Feast, no original) é um longa de 1963 dirigido por Herschell Gordon Lewis. Apesar de ter sido igualmente massacrado pela crítica na época, o longa acabou ganhando o status de clássico cult com o passar dos anos.

Lançado em 1963, Banquete de Sangue ganhou o status de Filme Cult.

O filme foi produzido com um baixíssimo orçamento de US$ 20 mil e acabou rendendo US$ 4 milhões, apenas porque acabou ganhando um grande público nos cinemas drive-ins. Ele foi inteiramente gravado em quatro dias, e vários problemas técnicos fizeram com que ele recebesse críticas negativas de revistas consagradas como a Variety e a The Hollywood Reporter.

Na trama, seguimos um assassino muito violento que persegue e mata mulheres, roubando pedaços de seus cadáveres para preparar um ritual em homenagem à “deusa egípcia” Ishtar (no mundo real, essa divindade pertence ao panteâo e à cultura mesopotâmica). O filme é um banho de gore explícito e fez com que a carreira de seu diretor acabasse enveredando nesse caminho, lançando filmes como The Wizard of Gore O Prazer da Violência.

Abaixo, veja os monstros mais bizarros já criados por Stephen King:

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sobre o autor Gus Fiaux

Formado em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Crítico, roteirista e mago nas horas vagas. Wouldst thou like to live deliciously? || @gus_fiaux