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[Review] Spider-Man: Miles Morales – Confira nossas primeiras impressões sobre o game

Por Márcio Jangarélli

Entre os principais lançamentos da nova geração de consoles, Spider-Man: Miles Morales é um dos games mais aguardados pelo público. Tivemos a chance, graças à Sony, de testar o game em um PlayStation 5 e já podemos contar nossas primeiras impressões sobre o jogo!

Este é um texto de primeiras impressões porque não é justo fazer uma crítica de Miles Morales sem terminar o game. Se vocês jogaram Marvel’s Spider-Man, sabem que o jogo tem uma grande reviravolta em seu terceiro ato, que muda completamente o tom das coisas. Assim, nossa review completa fica agendada para o dia 12 de Novembro, dia de lançamento do título.

Até lá, traremos muito conteúdo legal sobre o Teioso, então fiquem ligados!

Com isso esclarecido, Spider-Man: Miles Morales é estonteante logo de início. O visual do game é impecável e as imagens divulgadas sobre ele até agora não estão mentindo. É um salto gráfico enorme do já incrível Mavel’s Spider-Man, algo que deixou essa aventura ainda mais viva, vibrante e viciante.

Além disso, a trilha sonora e o tratamento de áudio do game criaram uma aventura mais personalizada, íntima eu diria, para o Miles, algo que não dá para sentir tanto na do Peter. Assim como acontece no filme do Aranhaverso, a música do jogo conversa contigo e ajuda a te apresentar o protagonista de uma forma mais profunda, pessoal. E, claro, balançar por Nova York com uma batidinha trap no fundo é sensacional – sem contar o remix do tema do Aranha, que é lindo demais.

A questão para essa ser uma review parcial e não uma crítica completa vem do fato que, assim como primeiro jogo do Teioso, esse game é bem extenso. Não parece ser tão grande quanto o do Peter, mas preciso dedicar mais horas aqui. E ainda que possua várias similaridades com o andamento da história do original, a trama do Miles tem uma batida diferente e segue um caminho muito próprio.

Isso porque essa é uma jornada do Miles se tornando herói, enquanto o Peter está calejado já quando o conhecemos no PS4. Assim, de início dá para notar que essa aventura é um pouco mais caótica, o protagonista é mais ansioso, um tantinho desesperado, e essas características afetam como a história é narrada.

Aliás, esse sentimento de introdução está presente no jogo como um todo; não é algo tão familiar como lidar com o Dr. Octavius ou a Tia May logo de cara. Esses personagens, essas situações e as ações do Miles são novas, uma verdadeira história de origem para apresentar esse novo Homem-Aranha para você, jogador, e para Nova York. É difícil dizer como isso vai se desenvolver até o final, mas depois que a estranheza inicial passa – se você se acostumou com Marvel’s Spider-Man – é uma jornada muito prazerosa, instigante e divertida.

Falando em diversão, mesmo que os movimentos do Miles lembrem os do Peter na jogabilidade, logo dá para notar as diferenças gritantes entre os dois e os aprimoramentos feitos para o jogo. Esse Aranha gosta de se exibir mais nas suas acrobacias, é mais ágil, descuidado. Ele não cai em pé ainda, ele se esborracha no chão às vezes e isso é muito legal.

Com algumas horas de jogo, já dá para afirmar que esse é mais um ótimo título original da PlayStation, da coleção da Marvel e uma introdução à altura do Miles para muita gente. Só resta saber se esse sentimento se mantém até o fim.

O que vocês querem saber sobre Spider-Man: Miles Morales para a nossa crítica final? Deixa aí nos comentários!

Spider-Man: Miles Morales tem lançamento marcado para 12 de Novembro no PS4 e 19 de Novembro no PlayStation 5.

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sobre o autor Márcio Jangarélli

Assessor, redator e jornalista. Madonna de Jakku.