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Disney+ sugere mais lançamentos pagos no estilo Mulan

Por Evandro Lira

A indústria de entretenimento não é mais a mesma desde que a pandemia de COVID-19 eclodiu no mundo. Com as salas de cinemas fechadas por meses, produções paralisadas e lançamentos adiados, algumas das maiores empresas do ramo tiveram que mudar seus planos de última hora. E esse foi o caso da Disney.

Com diversos blockbusters engatilhados para estrear nos cinemas durante 2020, a Casa do Mickey se viu tendo que tomar uma decisão: adiar um de seus maiores filmes – o live-action de Mulan  indefinidamente ou lançar nas plataformas digitais. A ideia encontrada pela empresa foi ainda mais precisa: Mulan foi lançado no serviço de streaming Disney+ sob uma taxa de US$ 30.

Dessa forma, mesmo quem já pagava pelo serviço da Disney teve que abdicar de mais uns trocados para assistir ao filme. E se muitos tinham dúvida sobre o sucesso deste negócio, o CEO da companhia Bob Chapek afirmou, durante um comunicado aos acionistas da empresa, que Mulan teve um desempenho “satisfatório”. Além disso, Chapek sugeriu que tal modelo de negócios deve retornar no futuro.

“Haverá um papel estratégico para isso em nosso portfólio de ofertas”, disse Chapek.

Segundo o empresário, o lançamento do filme Soul para todos os assinantes do Disney+ é parte do principal serviço da plataforma, mas também um “gesto simpático” para o período de férias. O filme da Pixar chega ao Disney+ no natal.

A partir das falas de Chapek, nos resta imaginar quais filmes acabarão tendo o mesmo destino de Mulan. Estaria nos planos da empresa adotar essa estratégia com algum lançamento da Marvel ou de Star Wars? Comente sua opinião!

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sobre o autor Evandro Lira

Editor, bacharel em Cinema e Audiovisual, bruxo nascido trouxa, filho dos filhos do átomo, mestre dos quatro elementos, fã de mais coisas do que deveria, frequentemente falando sozinho no Twitter. Segue: @evandroslira