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Raio Negro – Produtor quer que a série trabalhe as consequências da violência!

Por Mike Sant'Anna

Raio Negro vem sendo uma grande estreia na CW, trazendo a primeira adaptação do personagem para uma série de TV, sendo ainda mais bem sucedida ao abordar a criminalidade urbana na comunidades, e a violência das gangues de forma realista.

Showrunner da série, Salim Akil, já havia dito que ele queria separar um pouco esta série das demais séries de heróis da DC no canal CW. E conversando com o Collider, ele explicou como suas próprias experiências influenciaram na criação da série:

“Eu não acho que vou fazer uma série com violência onde não há conseqüências porque eu conheço as conseqüências. Eu as experimentei. Eu trabalhei em uma casa mortuária e vi as conseqüências do que armas e facas fazem para as pessoas. Eu enterrei pessoas. Eu segurei pessoas em meus braços que estavam sangrando com feridas de bala. Não há como me desassociar disso e fazer com que pareça bonito.”

Ele ainda revelou que constantemente esquece que o personagem é um super-herói e precisa usar seus poderes:

“Eu tenho que me lembrar, constantemente. Todos os escritores são ótimos, mas Charles Holland, Jan Nash e Pat Charles estão sempre me lembrando: ‘Salim, eles têm que usar seus poderes!’, E eu fico tipo ‘Ok!’ Eu vou entrar na sala e eles dirão: ‘E ele vai fazer isso!’ E eu fico tipo, ‘Quem faz isso ?!’ E eles respondem, ‘Você sabe que ele é um super-herói, certo ?!’ Eu sempre tenho que me lembrar que ele tem poderes. Então, torna-se divertido quando descubro o que fazer com eles “.

Raio Negro é exibida no Brasil pela Netflix, semanalmente.

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sobre o autor Mike Sant'Anna

Eu sou o melhor no que eu faço, mas o que eu faço... É bem retardado.