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Star Wars: Rogue One – Produtor fala dos problemas em “ressuscitar” personagens com efeitos visuais!

Por Gus Fiaux

Atenção: Alerta de Spoilers!

Durante o filme, uma figura bem reconhecível é a do militar Grand Moff Tarkin, que foi interpretado na saga original por Peter Cushing. Cushing morreu em 1994, e o filme utiliza efeitos visuais para recriar o personagem em outro ator, embora idêntico a Cushing. Além disso, ao final do filme, podemos ver a Princesa Leia, interpretada por Carrie Fisher, rejuvenescida digitalmente.

Em um segmento no Nightline, Knoll discutiu a ética por trás desses procedimentos: “O trabalho foi feito com grande afeição e cuidado“. Logo em seguida, ele disse que as comparações feitas entre o filme e comerciais utilizando CGI para ressuscitar Fred Astaire e Audrey Hepburn (que causaram polêmica nos EUA) foram “injustas“.

Não é isso que fizemos aqui. Gostamos de acreditar que o papel que demos a Tarkin nesse filme seria algo que Peter Cushing estaria realmente animado para interpretar“. Além disso, ele confirmou mais uma vez que a família de Cushing esteve envolvida na aprovação dos efeitos para o personagem.

Quanto ao uso de CGI para rejuvenescer Carrie Fisher e colocá-la no corpo da atriz Ingvild Delia, Knoll declarou: “Foi feito com a permissão de Carrie Fisher. Ela estava envolvida no projeto, viu o resultado final e amou. Eu acho realmente bom atingir o visual que ela tinha no Episódio IV. Tínhamos excelentes moldes digitais dela e combinamos alguns frames bem claramente com nosso modelo de CGI“.

Rogue One: Uma História Star Wars está em cartaz nos cinemas.

Fonte: Nightline (via Comic Book)

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sobre o autor Gus Fiaux

Formado em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Crítico, roteirista e mago nas horas vagas. Wouldst thou like to live deliciously? || @gus_fiaux