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Legends of Tomorrow: 2.13 – O Mundo Perdido e o Ataque dos Clones!

Por Márcio Jangarélli

Land of the Lost não foi o episódio mais maluco de Legends – e nem o melhor da temporada – porém trouxe algumas resoluções e boas insanidades. Em sua busca pela Lança, a equipe, que não aprendeu na primeira temporada a não deixar um vilão guardado dentro da nave, caiu na Pré-História.

Novamente, Legends trabalhou dois períodos temporais completamente distintos e a coisa funcionou; não tão bem como em Camelot 3000, mas o suficiente para ser divertido. Para quem não lembra, quando o grupo se separou e ficou perdido em vários pontos da história, no começo da temporada, o Ray foi parar no período jurássico e teve que aprender a sobreviver nessa era sem tecnologia. É aqui que aterrissamos.

Como era de se esperar, “Rip do mal” usou seu antigo controle sobre a Gideon para tentar fugir do Waverider. Assim, a nave se desestabiliza e vai parar no destino mais antigo de seu registro – a era do Ray das Cavernas. É um pouco preguiçoso da série usar um recurso da primeira temporada aqui, mas, como a produção já se distanciou MUITO do que era no início, muita gente realmente nem vai lembrar disso.

Lá a equipe se divide para consertar a nave, com Ray, Amaya e Nate explorando o Mundo Perdido, enquanto Sara, Stein, Mick e Jax tentam resolver de uma vez por todas seus problemas com o Rip. Aqui temos outro resgate do primeiro ano, quando o Mick usa seu passado como Chronos para liderar uma expedição pela mente do ex-capitão.

Assim montamos mais um dos cenários malucos de Legends: equipe de campo tentando contornar problemas com dinossauros, enquanto o time Waverider tem que lidar com cópias de si mesmos dentro da cabeça do Rip.

Ninguém aqui precisa de um roteiro sobre o episódio, então vamos ao que interessa: por mais que a série já tenha explorado coisas estranhas, o relacionamento entre o Rip e a personificação da Gideon (que poderia aparecer mais vezes) foi, para dizer o mínimo, bizarro. O ex-capitão tem sentimentos pela IA que controla a nave? É isso mesmo, galera? E Inteligências Artificias estão na moda de novo, né?

No mais, a intenção do capítulo foi reintegrar o Rip à equipe e sim, foi bem filler. Aquele velho problema com produções com episódios demais. Mas foi um bom filler.

Algo interessante foi ver a ideia do relacionamento entre o Nate e a Amaya sendo discutida no âmbito temporal, o que abre espaço para algumas especulações. Seria o herói avô da Vixen mostrada em Arrow ou a Amaya retomará sua vida de forma regular no fim da temporada?

Sem esquecer que os poderes da moça ganharam uma nova face aqui, quando ela interage com o dinossauro – muito bem feito, aliás.

E Mick, Stein, Jax e Sara? Enquanto Mick e Stein tiveram uma conversa necessária sobre o tratamento do Professor ao seu parceiro de heroísmo, Jax e Sara foram a linha de frente da ação no capítulo, enfrentando seus clones malignos na cabeça do Rip – deixando a Canário Branco nessa encargo, sabemos que as lutas foram 10/10.

Com o Rip de volta, a única coisa que deixa um pé atrás é a relação dele, Sara e o cargo de capitão. A moça foi desenvolvida por toda a temporada como uma excelente capitã, seria uma pena ver tudo isso ser desperdiçado no momento.

Agora, falando sobre o futuro, pelo fim do capítulo, talvez possamos esperar foguetes e uma aventura espacial clássica chegando. Nem mesmo o céu é o limite para Legends.

Confira nossa galeria com imagens do próximo episódio, “Moonshot“:

Legends of Tomorrow vai ao ar todas as terças, pela The CW. Fiquem ligados na nossa review da série, todas as quintas, aqui na LH!

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sobre o autor Márcio Jangarélli

Assessor, redator e jornalista. Madonna de Jakku.