Legends of Tomorrow: 2.12 – A Lenda dos Cavaleiros da Távola Redonda!

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Legends of Tomorrow: 2.12 – A Lenda dos Cavaleiros da Távola Redonda!

Por Márcio Jangarélli

O título Camelot 3000 já sugeria o que estava por vir, mas o resultado final ainda é surpreendente. Seguindo a história da Lança do Destino, as Lendas acabam no ano 3000, quando encontram o Doutor Meia-Noiteda Sociedade da Justiça, morto. E morto por ninguém menos que Rip Hunter – que já superou de longe o vilão Vandal Savage, da primeira temporada, com apenas dois episódios no lado sombrio.

Vale nota aqui que ano 3000 é igual a século 30, a época da Legião dos Super-Heróis nos quadrinhos. Será apenas uma referência ou podemos esperar que veremos algo relacionado à equipe no futuro?

Com seu ex-companheiro de equipe morto, Amaya abre a discussão desse episódio sobre razão vs emoção. Entre razões e emoções, o resultado foi bem brega, para ser sincero, mas dá para relevar pelo episódio em si. Contextualizando, temos a Vixen discutindo com a Sara, o Ray com o Nate e o Martin com o Mick, tudo relacionado à briga entre cérebro e coração.

Enfim, as Lendas desembarcam nas terras de Camelot e, antes de continuar, uma pausa importante. Na cena em que o Nate e o Ray estão criando seus trajes medievais, tem uma tomada que – se não for a maior coincidência do mundo – pode ter sido um aceno para a Manopla do Infinito da Marvel. A câmera foca a manopla do Nate sendo criada da mesma forma que a relíquia da Casa das ideias vem sendo apresentada. Durante a trama, ainda temos referências à saga Star Wars. Legends está bem corajosa.

Em Camelot, as coisas se desenvolvem mais rápido do que gostaríamos. A responsável pela lenda do Rei Artur emergir é a Sideral, da Sociedade da Justiça, que está encarregada de cuidar de outra peça da Lança. Ela assumiu o lugar de Merlim, somos apresentados ao Rei Artur, à Rainha Guinevere e, claro, os vilões surgem.

Usando a armadura do Cavaleiro Negro, Damian Darhk, que não estava na sua melhor forma nesse episódio, derrota o Rei e cria uma armada de soldados, presos por um aparelho de controle mental. O responsável pelo plano era, claro, Rip Hunter.

Tudo vai se desenrolando, com o Ray encantado pelo lugar e a Sara refletindo sobre suas ações como líder, até que o capítulo desemboca em uma grandiosa batalha, no melhor estilo Batalha dos Bastardos de GoT – feita para TV aberta – que foi sensacional. Claro, a referência aqui é apenas no estilo. Não tem nem como comparar. Essa deve ter sido a cena de batalha mais bem produzida da série e a com mais sangue – algo impressionante para o contexto geral de Legends.

No fim, o coração ganha da razão, Camelot e as Lendas derrotam o exército do Rip – com a ajuda da força mental do Mick – e Hunter é capturado pela equipe. Eles não aprenderam com a primeira temporada que levar o vilão na nave não é a melhor ideia.

Considerações gerais: as resoluções dessa aventura foram rápidas demais e bem bregas, forçadinhas. Porém, tudo compensou com a batalha sensacional – mesmo que a filmagem tenha mudado muito, destoando do resto do episódio –  e a ideia de visitar dois períodos tão distintos em um único capítulo.

E, para finalizar, teve o trocadilho de Sara Lance/Sara Lancelot, com a heroína, mais uma vez, pegando até Rainhas. Aliás, falando em realeza: a Amaya tirou a espada da rocha; isso significa que ela é a verdadeira herdeira do trono inglês?

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Legends of Tomorrow vai ao ar todas as terças, pela The CW.

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sobre o autor Márcio Jangarélli

Assessor, redator e jornalista. Madonna de Jakku.