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Death Note – Diretor revela o que mais gostou de fazer no filme!

Por Gus Fiaux

Na semana passada, foi divulgado o segundo trailer oficial de Death Note, a adaptação americana do famoso mangá, produzida pela Netflix e dirigida por Adam Wingard. O diretor está recebendo grandes críticas por ter alterado o contexto da história e traduzido os personagens japoneses para uma versão americanizada. Contudo, Wingard ainda tem fé em seu projeto e declarou isso em uma nova entrevista com o IGN:

“Uma das coisas mais animadoras para mim é pegar a história de L e transformá-la no contexto de operações clandestinas americanas e coisas dessa natureza. De certa forma, é meio como se pegasse o mundo de O Hóspede – meu outro filme, que lida com programas de criação de super-soldados e coisas assim – e expandisse esses conceitos e definisse o que isso significa para o contexto desse filme.”

Além disso, Wingard também comentou um pouco a respeito de como foi o difícil trabalho de adaptar uma série tão querida, ao mesmo tempo em que inseriu suas próprias contribuições à história:

“Em sua essência, o filme está pegando os temas de quem os personagens são, mas os explorando em outros contextos. Definitivamente, as personalidades dos personagens são um pouco diferentes. L não é o mesmo. Há muitas similaridades: ele gosta de doces, às vezes ele anda sem sapatos. Esse tipo de coisa, mas no fim, a adaptação de L e o arco de seu personagem são bem diferentes. Ele continua um esquisitão. E isso vale para muitos personagens. Provavelmente, o único personagem que surge da mesma forma que no anime é Ryuk.”

Abaixo, veja novas imagens do filme:

Death Note estreou na Netflix dia 25 de agosto de 2017.

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sobre o autor Gus Fiaux

Formado em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Crítico, roteirista e mago nas horas vagas. Wouldst thou like to live deliciously? || @gus_fiaux