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Guerra Civil – Diretores quase usaram uma ‘multidão zumbificada’ como ameaça no filme!

Por Márcio Jangarélli

Uma das maiores reclamações sobre Capitão América: Guerra Civil foi que o filme não entregou um Zemo poderoso o suficiente. Ao que tudo indica, aparentemente a Marvel tinha planos para trabalhar esse ponto. Em entrevista para EW, os irmãos Russo revelaram que tinham um plano reserva caso as negociações com Robert Downey Jr. dessem errado. Na trama, os heróis teriam que lidar com uma multidão que foi levada à insanidade pelas “Bombas da Loucura”, uma arma do cânone das histórias do Capitão e do Falcão.

Houve um período onde nós discutimos um terceiro ato que se desenrolaria com as Bombas da Loucura da mitologia do Capitão. Não tinha nada a ver com a Guerra Civil. Se nós não conseguíssemos o Downey – nas primeiras conversas que tivemos antes dos acordos – alguém deu a ideia de um terceiro ato sobre as Bombas, que fariam as pessoas ficarem insanas. Iria quase zumbificar elas – mas não literalmente”, contou Anthony Russo.

A bomba, que apareceu nos quadrinhos do Capitão América e o Falcão, emite ondas sônicas que deixam as pessoas surtadas. Segundo os diretores, o Barão Zemo seria o responsável pela arma.

A ideia das Bombas da Loucura colocaria o Capitão lutando contra civis e, então, como ele lidaria com isso. Nós estávamos quase colocando ele nesse dilema moral por conta de sua natureza. Isso teria levado a um terceiro ato onde os civis seriam os antagonistas. Como ele iria parar a multidão sem mata-los?”, finalizou Joe Russo.

Mesmo que os Russo tenham abandonado a ideia, o conceito da bomba foi referenciado na finale da primeira temporada de Agent Carter, com o nome de “Midnight Oil”.

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Fonte: HeroicHolywood

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sobre o autor Márcio Jangarélli

Assessor, redator e jornalista. Madonna de Jakku.