Assassin’s Creed – Primeiras críticas do filme são muito negativas!

Capa da Publicação

Assassin’s Creed – Primeiras críticas do filme são muito negativas!

Por Márcio Jangarélli

Os textos batem principalmente no ponto do elenco grandioso do longa, com Marion Cotillard, Jeremy Irons e Michael Fassbender – apenas para citar alguns – sendo subutilizado pela narrativa. Pelo lado positivo, o design e o figurino deixaram os críticos bem felizes.

Confira as principais críticas abaixo:

“2016 tem sido cheio de surpresas, então, de certa forma, Assassin’s Creed, a mais nova tentativa de Hollywood de minar ouro de um lugar que erra mais que acerta, é uma tônica de reafirmação: Adaptações de videogames continuam um assunto complicado. Dirigido pelo australiano Justin Kurzel, reunido com suas estrelas de Macbeth, Michael Fassbender e Marion Cotillard, Assassin’s Creed é resolutamente impassível, desviando do humor que faz parte da cena dos blockbusters de hoje. Mas são quase duas horas de seriedade completa, que poderiam se beneficiar de algum alívio. ‘O que car#lho está acontecendo’, se pergunta Fassbender em um ponto. Como se você conseguisse discernir a sombra de uma piscadela” – The Hollywood Reporter.

“Filmado em tons sombrios, renascentistas e sci-fi, ‘Assassin’s Creed’ tem um elenco de ouro que vale dez vezes mais do que o filme precisa, custou mais de $150 milhões para ser feito e é intensamente sério sobre si mesmo em sua instalação ‘há muito tempo atrás em uma terra distante’: Espanha do século XV, durante a Inquisição, o que significa vários dogmas religiosos e gente queimando na fogueira. Fassbender está no papel de Callum Lynch, um criminoso dos dias atuais, salvo de sua execução e forçado a entrar nas memórias de um Assassino a era da Inquisição, como se ele estivesse fazendo o Neo de Matrix misturado com Hamlet. Seu fardo trágico e relances obscuros dizem para a audiência que essa não é apenas um brincadeira distópica com joysticks – é drama real! Exceto que não é. Em Assassin’s Creed, Michael Fassbender é como se fosse o efeito especial final. Apenas por aparecer, ele confere respeitabilidade para duas horas de lodo de videogame, semi-coerente, com direção de arte exagerada” – Variety.

“A piada acidental de a estrela de ‘Steve Jobs’ correndo pelos cantos procurando uma maçã está entre os poucos aspectos bacanas de Assassin’s Creed, que mesmo com o nível de talento reunido – Jeremy Irons, Brendan Gleeson, Michael K. Williams e até Charlotte Rampling – passa muito longe do ponto. (Também, uma diversão não-intencional: um plot twist mal feito que faz o filme de Kurzel ficar perigosamente próximo de ‘A Lenda do Tesouro Perdido’ e ‘O Código Da Vinci’)” – The Wrap.

“O que car#lhos está acontecendo?’, se pergunta o personagem de Michael Fassbender, através de dentes serrados, relativamente cedo ao longo desse filme interminável baseado na lucrativa série de games Assassin’s Creed. Você pode imaginar cada uma das estrelas aqui – Fassbender, Marion Cotillard, Jeremy Irons, Essie Davis – dizendo a mesma coisa enquanto olham para o roteiro, antes de serem levados para uma clausula no fim de seus contratos. É um filme de ação, com doses de suspense e borrões de conspiração do Dan Brown. Dificilmente se passam cinco minutos sem alguém, vestido de monge, fazer um pulo semi-parkour do topo de um prédio para outro. E, ainda assim, todas as vezes que isso acontece, parece misteriosamente e transcendentalmente chato” – The Guardian.

“O filme é trabalhado em esperança falsa, com talentos do topo do escalão e uma produção forte resultando meramente em outro filme de videogame relativamente preguiçoso. É o Anakin Skywalker dos filmes de game, uma oferta aparentemente promissora que promete salvar o sub-gênero, mas, no lugar, o deixa ainda mais nas profundezas da escuridão. Assassin’s Creed precisava gastar menos tempo lendo seu manual de instruções e mais realmente jogando seu próprio jogo” – Forbes.

“No meio do longa, eu desisti de torcer por alguém – e, no lugar, ficava deslumbrado com o design dos sets: belíssimos interiores da Espanha do século XV e laboratórios modernos legais que são, várias vezes, cortados pelo fetiche do diretor Justin Kurzel por fumaça e poeira. Cara, ninguém consegue ganhar nesse jogo” – Vanity Fair.

“Com exceção do material com Aguilar e Maria, Assassin’s Creed opera em um roteiro repetitivo. Uma sequência similar de eventos acontecem de novo e de novo e tudo que você pode fazer é sentar e olhar para as locações bonitas. E sim, Assassin’s Creed parece realmente fantástico em alguns pontos, especialmente o design de figurinos e as sequências de perseguição no século XV. Mas nem todas as corridas e saltos no topo de telhados e combates corpo-a-corpo do mundo irão fazer um filme valer a pena se você não dá a mínima para os personagens” – Collider.

Veja também nossa galeria com as últimas imagens liberadas do filme:

Assassin’s Creed estreia no Brasil em 12 de Janeiro.

Fonte: HeroicHollywood

Imagem de perfil
sobre o autor Márcio Jangarélli

Assessor, redator e jornalista. Madonna de Jakku.