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Roteirista demitido do reboot de Quarteto Fantástico fala sobre como seria seu filme!

Por Felipe de Lima

Landis já havia trabalhado com Trank em Poder Sem Limites e esteve envolvido no reboot da primeira equipe da Marvel desde o início, até ser demitido após a Fox não aprovar sua versão do roteiro.

Então, entraram em cena Jeremy Slater – que ao lado de Trank, escreveu o roteiro que vazou na semana passada – e Simon Kimberg, o responsável por reescrever o roteiro de Slater. Landis, no entanto, falou recentemente e resumidamente sobre como seria sua versão do filme. Confira:

“O meu Quarteto Fantástico era um filme mais corrido. Ele começava com a origem, onde a equipe iria até um lançamento espacial ilegal. Eles se tornam as maiores celebridades do mundo, mas em seguida seriam desatados ao receberem esses poderes horríveis. O governo então começa a caçá-los e eles se separaram – você realmente sente a dinâmica dessas pessoas e como eles estão aprendendo a controlar suas habilidades.

A origem acontece nos primeiros dois minutos e logo você percebe que é um filme sobre personagens. ‘Os Vingadores’ tinha acabado de sair, e eu queria apresentar a equipe de super-heróis da Fox de modo que qualquer um deles pudesse derrotar todos os Vingadores, e qualquer um deles pudesse ser o vilão de um filme dos Vingadores.

Reed Richards é indestrutível. Sue Storm pode controlar a luz. Johnny Storm pode queimar mais quente do que o sol. O Coisa é incrivelmente forte, e você não pode machucá-lo. Eu pensei que fosse uma ideia legal esses quatro amigos acidentalmente se tornarem deuses. Eu tinha o Doutor Destino como um cara bacana, um dos amigos de faculdade de Reed, e durante todo o filme ele está tentando encontrá-los e ajudá-los, mas não fica claro se ele é bom ou mau até o final, quando você percebe sua conexão a Reed, e que eles são melhores amigos. O público que conhece o Doutor Destino acharia que ele se tornaria mau, mas o filme termina com ele salvando a equipe.

Na sequência ele provavelmente também seria bom. Você sabe, igual o Harry Osborn no Homem-Aranha de Sam Raimi – que no final do segundo filme fica todo problemático. Então eu mostraria a armadura do Doutor Destino, e no terceiro filme ele voltaria pra se vingar, tipo “O que vocês fizeram comigo?”.

Gostaram mais dessa versão? Ou acham que é tão ruim quanto a que foi pro cinema? Não se esqueçam de comentar!

Fonte: The Daily Beast

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sobre o autor Felipe de Lima

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