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James Mangold garante filme mais sombrio em The Wolverine

Por Felipe Lima

Primeiramente, Mangold explicou que uma das grandes vantagens do longa é a possibilidade de dar um reboot completo na franquia: “apesar de termos certos elementos em comum com os outros filmes, principalmente Hugh Jackman, tivemos a oportunidade de dar um tom mais sombrio e de ir mais profundamente na história do personagem. Isso me deixou bem animado”, explicou.

Apesar de já ter comentado que o filme será fiel à minissérie japonesa Eu, Wolverine, criada por Chris Claremont e Frank Miller, Mangold expressou mais afundo seu apreço pela influência oriental em Wolverine – Imortal: “grande parte do filme é falada em japonês, quase todo o elenco é japonês. A mistura de um personagem ocidental com a cultura oriental é maravilhosa, acho que é algo muito interessante e que não foi explorado em outras produções do mesmo nível”.

Além de servir de pano de fundo para a história, o aspecto japonês também será incorporado nos bastidores, influenciando na narrativa, movimentos de luta e até nas técnicas de filmagem. “Acho que os filmes e artes marciais japonesas influenciaram diretamente este filme”, disse o diretor.

“Nossa intenção não é chocar com a violência, queremos intensidade. […] Uma das principais características dos quadrinhos é a raiva de berserker, onde algumas habilidades dele vêm de um instinto mais primitivo”, disse Mangold, dando ênfase na característica que acabou não sendo tão explorada nos filmes anteriores.

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sobre o autor Felipe Lima

Apaixonado por música, viciado em internet, cinema, Tony Hawk Pro Skater, The King of Fighters e Cuphead. Colecionador de Funko e action figures em geral.