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Reboot ou reformulação editorial – Quais as vantagens de cada um?

Por Gus Fiaux

Para começar, vale relembrar o significado de cada um desses termos. Um reboot ocorre quando uma editora resolve reiniciar seu universo do zero (a própria palavra, em tradução literal, significa reiniciar). Isso pode ter uma causa narrativa específica – citando exemplos de fora, a nova série de filmes de Star Trek, por exemplo, em que tivemos um reboot por conta de ações de personagens da franquia original e o uso de viagens no tempo – ou então, sem motivo algum – no caso, a franquia Espetacular Homem-Aranha. 

Além disso, temos as reformulações editoriais, algo que vem sendo usado muito pela Marvel Comics nos últimos anos. Tratam-se de novas fases de publicação em que, normalmente, zeram-se os números das revistas, e a história continua do ponto de onde parou anteriormente, sem a necessidade de reiniciar do zero.

Tanto um reboot quanto uma reformulação editorial servem para atrair novas gerações de fãs. A partir deles, dá-se uma aliviada na cronologia histórica dos eventos para que os novos leitores possam entender as novas histórias sem precisar ter tido nenhum contato com as fases anteriores de cada editora.

Lembramos que o objetivo da matéria não é discutir sobre quem é melhor entre Marvel e DC. Isso é algo que parte do gosto pessoal do leitor e repudiamos qualquer tipo de briga que venha a ser iniciada com essa temática. Iremos apenas analisar as vantagens de cada uma das estratégias das editoras para manter seus universos ativos e populares.

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sobre o autor Gus Fiaux

Formado em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Crítico, roteirista e mago nas horas vagas. Wouldst thou like to live deliciously? || @gus_fiaux