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[CRÍTICA] Super Smash Bros. Ultimate – Bota Ultimate nisso!

Por Lucas Rafael

A filosofia de todos os jogos Smash Bros. é uma de grande valor para o criador e desenvolvedor da franquia, Masahiro Sakurai: ele quer que você se divirta. Mas ele também quer algo compensador de se masterizar. Smash Bros., após Melee, adotava com clamor tal filosofia – dá pra brincar e se divertir, mas se você quiser estar entre os melhores, o buraco é bem mais embaixo.

A franquia sempre foi conhecida pela sua proposta lúdica de ser quase como uma caixa de brinquedos (o primeiro título brincava muito com esse conceito) na qual diversos personagens da Nintendo (e posteriormente de outras desenvolvedoras) se digladiam em uma plataforma até que sobre apenas um de pé.

Super Smash Bros. Ultimate é o mais recente produto desta franquia titânica, e o Ultimate presente no título não está ali por bobagem. Será que Sakurai e sua equipe conseguiram preservar o espírito competitivo da franquia enquanto a introduzem para uma nova geração de consoles? 

Créditos: Nintendo

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sobre o autor Lucas Rafael

Entusiasta de coisas demais