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13 Fatos que você precisa aceitar para curtir a franquia cinematográfica dos X-Men!

Por Gus Fiaux

Traduzido e adaptado do WhatCulture.

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Wolverine, um dia, terá outro ator

Wolverine é, atualmente, a cara dos X-Men nos cinemas. Mas seu ator, Hugh Jackman, não compartilha do poder do herói de envelhecer lentamente. E uma hora ou outra, ele estará velho demais para o papel, fazendo com que o estúdio tenha de encontrar outro ator para interpretá-lo.

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Aquela piada...

"Sabe o que acontece a um sapo quando é atingido por um raio?" ... "O mesmo que acontece a todo resto."

Talvez o diálogo mais zoado da franquia. E acredite ou não, mas o responsável por ele não é outro senão o padroeiro dos fãs de HQs, Joss Whedon.

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Incongruências cronológicas

Uma das maiores reclamações da franquia é a falta de respeito a eventos de filmes anteriores. Além das clássicas cenas de Xavier andando mesmo depois de ter ficado paraplégico, em X-Men - O Confronto Final e X-Men Origins - Wolverine, há coisas ainda mais bizarras, como Bolívar Trask ser interpretado por dois atores bem diferentes ao longo da franquia. Um alto e negro e outro anão e caucasiano.

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Efeitos especiais e maquiagem

Os filmes são reconhecidos por muita coisa, mas não por seus efeitos e maquiagem. Isso fica ainda mais a mostra em X-Men - Primeira Classe, quando temos efeitos extremamente razoáveis, (lembrem-se dos efeitos de voo para Angel e Banshee?) isso sem falar de uma maquiagem horrorosa para Mística e para o Fera. Felizmente, o Fera melhorou em Dias de um Futuro Esquecido. Já a Mística...

E para os que acham que é um erro exclusivo de Primeira Classe, o que falar do péssimo CGI usado nas garras do Wolverine em X-Men Origens?

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Dublagem da Víbora

Um dos métodos mais conhecidos do cinema é a dublagem (e não a dublagem internacional). Funciona assim: o ator grava suas cenas e no processo da pós-produção, repassa suas falas. Isso contribui para que o áudio seja puro e livre de interferências externas.

Entretanto, alguns mais atentos descobriram que a dublagem da atriz Svetlana Khodchenkova, a Víbora de Wolverine - Imortal, estava alguns centésimos de segundos fora de sincronia com o restante do filme. Erro perdoável para alguns, mas inadmissível para um estúdio do porte da Fox.

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A franquia é apenas um "Wolverine e seus amigos"

Mesmo sendo uma franquia de equipe, os filmes dos X-Men são reconhecidos pelo protagonismo de Hugh Jackman como Wolverine. Isso não é de todo ruim, uma vez que o ator australiano tem um carisma inigualável que contribuiu para o sucesso da franquia. Mas, por outro lado, isso significa ter de rebaixar alguns personagens importantes no histórico do time para poder fazer de Logan o principal.

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O retorno de Xavier não faz sentido nenhum

Xavier morreu em O Confronto Final. Uma cena pós-créditos, entretanto, fez com que víssemos que o professor, na realidade, transferiu sua mente para um corpo em estado vegetativo.

Porém, na cena pós-créditos de Wolverine Imortal, vemos o professor retornar em seu próprio corpo. Isso faz com que todos esperem que seja revelado o como ele retornou em Dias de um Futuro Esquecido, mas...

Isso não acontece. E é só mais um dos vários erros que passam o dever do filme corrigir a franquia.

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Sotaques

Michael Fassbender é um ator fenomenal, e vê-lo falando várias línguas em Primeira Classe é apenas uma das facetas do seu talento. Até que ele começa a falar um inglês com sotaque americano intragável...

E o que dizer de Halle Berry, que tinha um sotaque horroroso no primeiro X-Men, para lembrar as origens quenianas de sua personagem, mas que acabou sendo simplesmente esquecido nos futuros filmes.

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Os filmes deviam ser mais adultos

A ideia de ter cenas com um personagem que possui um trio de garras super afiadas em cada mão e que sai por aí esfaqueando pessoas com elas não é algo que agrada muito os pais que levam filhos pequenos ao cinema. Por esse motivo, vemos as cenas de combate branco, com Wolverine perfurando vilões aqui e acolá sem uma gota de sangue em suas garras. Porém, a versão em DVD e Blu-Ray de Wolverine - Imortal com classificação +18 já é um avanço, mesmo não possuindo metade da glória sanguinolenta do anti-herói dos quadrinhos.

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O terceiro ato de Wolverine - Imortal não é tão bom assim

O filme é até bom, sendo bem melhor que a última tentativa frustrada de se fazer um bom filme do herói. Mas venhamos e convenhamos que sua última parte, onde reside grande parte da ação do filme, é bem ruim. A grande revelação do filme já era algo previsível devido à falta de coadjuvantes no filme, e apesar de algumas boas partes de ação, nada é tão frenético e empolgante como a cena do trem, por exemplo.

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Dias de um Futuro Esquecido é um reboot

Dias de um Futuro Esquecido é unica e exclusivamente um reboot da franquia. O filme não teria tanta importância na franquia caso não fosse criada a linha temporal alternativa que engloba a trilogia e os filmes do Wolverine. Por isso, em vez de ter uma história própria e que influencie diretamente nos filmes futuros, o último filme da franquia sofre justamente com o contrário: é influenciado pelos (erros dos) filmes anteriores e sua história só está lá para corrigi-los. O que, em seus limites, até funciona.

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O romance...

A franquia exagera em pontos não tão necessários assim. O romance Jean-Logan é compreensível e até aceitável, mas toma espaço demais. Todas as cenas românticas de Wolverine Origens e Imortal são desnecessárias e repetitivas, e a confirmação de que Apocalipse focará no romance entre Mística e Magneto prova que o estúdio não aprendeu com erros passados.

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Brett Ratner quase dirigiu o primeiro filme

O "amado" diretor de O Confronto Final quase tomou o lugar de Bryan Singer na direção do primeiro filme. Para o bem ou para o mal, isso não aconteceu, e o fato dele ter assumido o último filme da trilogia deixa os fãs furiosos com todo o potencial desperdiçado na saga da Fênix reimaginada por Singer.

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Gus Fiaux

Formado em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Crítico, roteirista e mago nas horas vagas. Demon to some... angel to others (ele/dele) || @gus_fiaux