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10 maneiras da Fox melhorar seu Universo Cinematográfico!

Por Gus Fiaux
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Mais filmes solo!

Ignoremos o primeiro filme do Wolverine e o que temos? Wolverine – Imortal, que é até bom dentro de seu contexto e o vindouro filme do Deadpool. A Fox precisa investir melhor em sua linha de filmes solo. Um bom início seria investir em personagens que fazem parte do núcleo mutante ou do Quarteto, mas que não se envolvem diretamente com as equipes. Sugestões? Surfista Prateado e Cable.

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Cancele esse novo Quarteto (e faça diferente)

A essa altura, é impossível que aconteça. Mas o simples fato de fazer algo assim já seria a salvação para os fãs. Não importa o quão defensor você seja, é inegável admitir que o filme beira a catástrofe. E engana-se quem pensa que estou falando de Michael B. Jordan como Tocha Humana... esse é o menor dos males. O problema são as inúmeras declarações dos atores, que chegam a menosprezar o conteúdo dos quadrinhos e usar estratégias baixas para promover o filme – que, vamos admitir, já é previsto como a bilheteria mais fraca dos filmes de quadrinhos de 2015, devido a sua baixa – ou melhor dizendo, nula - campanha de marketing e pela reação extremamente negativa entre a maioria dos fãs

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Filmes de mais equipes!

O solo ao redor dos X-Men é extremamente fértil, bem como o do Quarteto Fantástico. A Fox não precisa ter medo de fazer filmes de equipes mais desconhecidas, como X-Force, Novos Mutantes e Fundação Futuro. Seria uma maneira de introduzir vários personagens de forma coerente, e de modo que todos tivessem um destaque igual.

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Uniformes!

Um item com tanta importância nos quadrinhos e que tem sido reduzido a quase nada nos filmes, como se pode ver pelos X-Men e pelas recentes declarações de Michael B. Jordan sobre o reboot de Quarteto Fantástico. Uma das maiores provas que a Marvel Studios deixou no cinema é o fato de que uniformes coloridos e berrantes são plausíveis e funcionam, esteticamente falando, em um filme com explosões e pancadaria. E se o medo for tanto a ponto de não querer o Wolverine com sua máscara clássica ou coisas do tipo, ainda há uma infinidade de uniformes no universo Ultimate e no próprio 616 para serem explorados e adaptados. (Ah, e sem couro, pelo amor de Odin!)

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Precisamos de um novo Wolverine!

Não, não estou falando de substituir Hugh Jackman no papel de Carcaju. Mas precisamos de um personagem que tenha o mesmo impacto nas telas e que possa representar uma nova leva de filmes pela frente. E isso não parece estar tão longe, ainda mais com a chegada do filme solo do Deadpool. Porém, o personagem não funciona muito bem em equipes, (a não ser que estejamos falando da X-Force) o que traz à tona a necessidade de se ter um personagem no nível dos dois e que lidere/participe ativamente dos X-Men.

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Expanda para a TV!

A Studios e a DC já dominam um mercado que, querendo ou não, traz vários fãs ao cinema: as séries de TV. Apesar de ter poucas propriedades que funcionem nesse formato, a Fox não pode deixar de tentar. E se querem saber o que poderia ser adaptado para a TV e ficar legal, eu vos digo: X-Factor Investigations.

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Personagens como são nos quadrinhos

Apesar de difícil, temos de admitir que é virtualmente impossível adaptar personagens 100% como são nos quadrinhos. Mas há coisas pequenas que podem ser feitas e ajudar o universo cinematográfico. Por exemplo, se o Senhor Fantástico é um dos homens mais inteligentes do mundo, que façam dele um dos homens mais inteligentes do mundo, e não o gênio mequetrefe que vimos nos dois primeiros filmes do Quarteto. Ciclope tem que ter espírito de liderança. E Tempestade tem que ser a mulher que beira a divindade. Resolvendo essas questões, o universo já seria melhorado em 50%.

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Adaptem arcos fechados – e coloquem no título do filme!

Há mais de uma razão para “Dias de um Futuro Esquecido” ser o maior filme dos mutantes no quesito bilheteria. E uma dessas razões é justamente a saga que dá nome ao filme. Acreditem quando digo que um “X-Men - Apocalypse” chama muito mais atenção que “X-Men – First Class III” (Ou Third Class, vocês escolhem). Fora que, adaptações de arcos fechados são ótimas para estruturar o universo de forma não genérica.

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Mais vilões!

X-Men é mais que Magneto e Quarteto Fantástico é mais que Doutor Destino. Nada mais a dizer.

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X-Men e Quarteto precisam fazer parte do mesmo universo!

Não necessariamente os personagens de cada equipe precisam aparecer entre filmes de outra, mas pelo menos locais e personagens coadjuvantes devem! Até porque esse é o início para crossovers mais elaborados. Nomes apenas mencionados também são necessários para manter esse sentimento de pertencimento ao mesmo universo.

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Gus Fiaux

Formado em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Crítico, roteirista e mago nas horas vagas. Demon to some... angel to others (ele/dele) || @gus_fiaux