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10 maiores similaridades entre Guardiões da Galáxia e Star Wars!

Por Gus Fiaux

Aqui, trouxemos dez similaridades entre Guardiões da Galáxia e a saga Star Wars!

Traduzido e adaptado do WC.

Gostaríamos de lembrar que essa lista não quer dizer que uma franquia é melhor que outra ou que há plágio entre as duas. Afinal de contas, é indispensável tomar emprestado um ou outro elemento de um filme com uma fórmula de sucesso. Isso, é claro, em momento algum diminui o mérito e as qualidades de cada uma das produções.

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Bares e mercenários

As cenas em Mos Eisley são algumas das mais amadas pelos fãs da trilogia original. Afinal de contas, foi lá que fomos apresentados a uma infinidade de criaturas alienígenas que povoariam toda a saga da família Skywalker. Em Guardiões da Galáxia, temos duas cenas igualmente arrebatadoras, sendo a primeira toda a sequência na prisão do Klyn, e a segunda situada em Luganenhum, a cabeça flutuante do Celestial que serve de lar para a coleção do personagem de Benicio Del Toro. Um fato interessante dessas cenas é justamente a presença de seres que nem são heróis e nem vilões. Aliás, todos os filmes são povoados de pessoas assim. Se Han Solo foi o anti-herói principal de Star Wars, não conseguimos ainda decidir quem, do time principal, exerce essa função em Guardiões da Galáxia.

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Opera Espacial da próxima geração

Apesar do ressurgimento de Star Wars no ano que vem, é inegável que Guardiões da Galáxia conseguiu retomar um fato alcançado pela trilogia original: ser a próxima geração de filmes que narram dramas, romances e aventuras... no espaço. Um subgênero da ficção científica que já estava com fortes representantes na última década, como os dois Star Trek de J. J. Abrams, mas que voltou definitivamente agora. Além disso, é interessante notar que ambas as franquias tem seu grau de risco. Ignorando o resto do Universo Cinematográfico da Marvel, Guardiões da Galáxia por si só parecia uma aposta tão incerta quanto Uma Nova Esperança, há algumas décadas.

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Equipes carismáticas

Ambas as franquias compartilham um elemento interessante: é fácil se identificar com pelo menos um dos protagonistas, quer seja de Star Wars ou de Guardiões da Galáxia. Se Harrison Ford e Mark Hammil conseguiam cativar tantos fãs, o primeiro por ser extremamente carismático, e o segundo por ser o grande herói da história, Bradley Cooper e Chris Pratt não ficam atrás. Além disso, ambas possuem personagens femininos marcantes, representados na Princesa Leia e na Gamora.

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Armas

Siths e Jedis têm sabres de luz. Rebeldes tem armas laser. O Senhor das Estrelas possui suas armas elementais e Ronan, seu martelo aterrorizante. Tanto Star Wars quanto Guardiões da Galáxia fazem sucesso ao criar armas extravagantes e visualmente interessantes, e apesar dos deslocados da Marvel não terem nada tão icônico quanto um sabre de luz, Rocky Racum com certeza pode ganhar em quantidade com seu arsenal. Além disso, vale ressaltar a vontade dos vilões de utilizarem armas de destruição em massa. A única diferença delas é o tamanho, afinal de contas, o que é o Orbe comparado a uma Estrela da Morte?

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Thanos e Palpatine

Os dois são os grandes vilões por trás de toda a história, mas não para por aí. Apesar de uma aparição física, Thanos não age e só aparece posteriormente através de hologramas, de modo similar ao que O Imperador faz nos primeiros filmes da trilogia original.

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Conquista galática

Apesar de não ter metade da trama política de Star Wars, Guardiões da Galáxia traz uma similaridade enorme com a hexalogia: a motivação do vilão. O Império já está consolidado em Star Wars (na trilogia original), mas toda a trama se desenrola pelo domínio da galáxia. Aqui, apesar de Thanos ser realmente a maior ameaça e seus planos permanecerem desconhecidos, Ronan deseja a conquista igualmente... mas com um pouco mais de insanidade no meio...

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Sem origens universais

Uma Nova Esperança já começa no meio de conflitos entre rebeldes e imperiais, e isso já basta para situar o público naquela galáxia tão, tão distante. No Universo Cinematográfico da Marvel, cada filme tem o luxo de receber uma origem ou um pequeno prelúdio para narrar e explicar as ameaças. Guardiões não. O filme já começa com uma introdução bem similar à de Os Caçadores da Arca Perdida, e apesar de uma pequena narração sobre os Celestiais, não perde tempo tentando resumir toda a história do universo.

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Milano Falcon

Afinal, o que é um belo filme de ficção científica sem uma boa nave? E o que seria desses dois se a nave não pertencesse ao anti-herói da história? O interessante vem do design nada aerodinâmico das duas, mas que funcionam perfeitamente, especialmente em cenas de ação!

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Heróis correspondentes

Como dito anteriormente, é fácil se identificar com os heróis dos filmes. Em grande parte, isso vem dos atores, mas uma coisa importante a ser notada é o fato que ninguém se comporta como herói incorruptível, permitindo uma humanização maior de cada personagem. Desse modo, é fácil para o público encontrar sua cara-metade nas telas.

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Condições extremamente desfavoráveis - e a superação do próprio ego

As duas franquias trazem algo interessante: os heróis iniciam o filme de modo egoísta, cada um com seu próprio objetivo num pedestal, e logo tem de se unir para superar uma ameaça gigantesca. Seja um minúsculo objeto ou uma estação do tamanho da lua, ambos com capacidade de destruir planetas, os heróis e anti-heróis tem que esquecer suas necessidades pessoais para salvar o mundo. O que é algo que quase todo filme de equipe traz, mas que aqui tem uma perspectiva diferente dos demais.

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Gus Fiaux

Formado em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Crítico, roteirista e mago nas horas vagas. Demon to some... angel to others (ele/dele) || @gus_fiaux