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10 formas que a Marvel pode contar a origem do Homem-Aranha em seu universo!

Por Gus Fiaux
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Simplesmente não contar

Desde o início do acordo entre a Marvel e a Sony, todos tem prometido um filme onde veríamos o Homem-Aranha no colegial, tendo ao seu lado sua tia May, porém sem uma história de origem propriamente dita.

Esse seria o caminho mais interessante a ser seguido, contudo, a Marvel já provou antes que nem tudo é feito de acordo com o que ela promete - vide "Doutor Estranho não será um filme de origem", "O Mandarim despertou camadas de maldade em Ben Kingsley" e "Vingadores: Era de Ultron será menor e mais intimista". Logo, é de se esperar que, caso o estúdio mude de ideia, ainda temos várias sugestões do que pode ser feito.

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Flashbacks

Flashbacks sempe foram moda em Hollywood e em filmes de super-heróis não é diferente. Não seria surpresa ver um Peter Parker constantemente lembrando das lições ensinadas por seu tio, e quem sabe, até mesmo revivendo o momento infeliz em que descobre que ele morreu por um descuido seu.

O mesmo poderia ser feito com a história da aranha radioativa que o picou. Para que isso não seja feito de modo expositivo e artificial, o legal seria espalhar vários micro-flashbacks no primeiro filme solo do personagem, ao longo da trama.

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Diálogos com a Tia May

May Parker é, possivelmente, a coadjuvante mais importante da vida do Homem-Aranha, e algumas coisas poderiam ser facilmente resolvidas e explicadas de modo a explicitar a relação de companheirismo e confiança que os dois têm.

Ainda que sua origem possa ser mantida em segredo, toda a história do tio Ben pode ser brevemente explicada através de rápidos diálogos entre os dois personagens.

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Informações de outrém

Ainda se fixando na ideia de diálogos, o filme poderia optar por narrar a origem de Peter como conversas entre personagens que sabem quem ele é e o que faz. Isso poderia acontecer tanto no filme solo quanto na própria Guerra Civil.

Basta imaginarmos uma conversa envolvendo Tony Stark ou Nick Fury, quando algum dos dois fala sobre um jovem escalador de paredes e dá uma breve descrição da origem do rapaz.

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Voice-over

Outra opção considerável aonde podemos ilustrar as origens de Peter Parker de modo não necessariamente visual é através do famoso voice-over. Mas afinal, o que é isso? Resumindo, é uma narração do próprio personagem principal.

Dessa forma, brevemente, o próprio Peter Parker poderia explicar como foi criado, como ganhou seus poderes, o que aconteceu ao Tio Ben e como passou a se tornar um herói altruísta.

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Sequência de animação

Aposto que você deve se lembrar das icônicas aberturas dos filmes da trilogia de Sam Raimi. Cada uma possuía fotos, artes e animações em CGI contando um pouco sobre o desenrolar da história (no primeiro filme) e recapitulando os filmes anteriores (nos demais).

Sem fazer algo visivelmente idêntico, o estúdio poderia optar por contar toda a origem do Homem-Aranha em uma sequência inicial rápida, o que já empolga pela sensação de nostalgia, além de não gastar muito tempo de tela.

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Easter-eggs

Porque, às vezes, é melhor abusar da sutileza. Uma escolha decente para "contar" toda a história do Homem-Aranha seria através de pequenos easter-eggs, indicando tudo o que aconteceu sem soltar uma palavra.

Poderíamos ter um plano-detalhe de um porta-retratos da família Parker, uma cena onde soubéssemos de um passeio da escola sobre testes com radiação... quem sabe, uma roupa de lutador escondida...

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Vilões

Uma das piores alternativas, mas que também pode ser considerada, é o vilão saber a identidade e a história do Homem-Aranha. Isso é ruim pela falta de uma melhor construção da identidade secreta de Peter, mas acabaria servindo como modelo expositivo para sua origem.

Por exemplo, poderíamos imaginar o Duende Verde descobrindo e contando, de alguma forma, ao público, toda a história do personagem.

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Só na continuação

Uma ideia que pode vir a ser aproveitada é contar toda a história de Peter em uma continuação. Isso é clássico nos quadrinhos, onde primeiro somos introduzidos ao herói para depois conhecermos suas origens.

E caso essa opção fosse escolhida, ela poderia contar com todos os métodos dessa lista até então, ou talvez o próximo...

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Tintim por tintim

A pior escolha possível - mas uma da qual não podemos duvidar - é a ideia de um filme propriamente de origem do personagem.

Com dois filmes do tipo já lançados, fica difícil imaginar o que poderia ser feito para diferenciar o novo filme das origens já contadas e ainda assim, sobrando espaço para uma história minimamente decente.

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Gus Fiaux

Formado em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Crítico, roteirista e mago nas horas vagas. Demon to some... angel to others (ele/dele) || @gus_fiaux