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As 10 ações judiciais mais estranhas entre celebridades!

Por Gus Fiaux
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Uri Geller vs Nintendo

Como se o paranormal já não fosse bizarro o suficiente, Uri, conhecido por mover e torcer colheres com o poder da mente processou a empresa Nintendo. O motivo? Usar sua imagem sem permissão.

Mas como assim? A Nintendo nunca usou o cara. Não foi o que ele disse. Segundo ele, a empresa claramente se inspirou nele para criar o Pokémon Kadabra. Pode parecer absurdo, mas ao saber que o personagem é psíquico e carrega uma colher pra cima e pra baixo, as coisas se tornam um pouco mais claras...

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Dustin Hoffman vs Los Angeles Magazine

Em março de 1997, a Los Angeles Magazine resolveu lançar uma série de imagens trazendo artistas com roupas trocadas. No caso de Dustin, a imagem trazia o ator num vestido e num salto alto, o que não o deixou feliz.

O curioso é que a imagem foi retirada de Tootsie, filme onde Dustin passava a maior parte do tempo vestido como mulher. De qualquer jeito, ele ganhou o processo e US$1,5 milhões de dólares da revista.

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Allen Heckard vs Michael Jordan

Imagine a seguinte situação: um dia você está em casa, liga sua TV para ver uma partida de basquete, a imagem de Michael Jordan aparece, você reconhece o jogador de algum lugar... tenta se lembrar de quem quando percebe: é você! E o que você faz caso Jordan pareça ser seu irmão gêmeo?

Simples. Processe-o.

Foi o que aconteceu a Allen Heckard, morador da cidade de Portland. Processou o jogador por danos morais, difamação e injúria. Mas acabou tendo a ação negada. Além da bizarrice, o rapaz queria 832 milhões de dólares pelo caso.

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Bill Smith vs Elvis Presley (já morto)

Na década de 80, o produtor musical e promoter Bill Smith processou Elvis Presley. A acusação? Ter fingido sua morte em 1977, o que contrariava a premissa de um livro seu, que indicava que o cantor estava vivo.

Bill dizia que falava com Elvis ao telefone e que a mídia estava mentindo descaradamente para o público. Perdeu o processo, mas mesmo assim lançou seu livro, que foi um fracasso mesmo entre os conspiracionistas.

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O jardineiro de Elizabeth Taylor vs Elizabeth Taylor

Em 2003, Willem Van Muyden, jardineiro da lenda de Hollywood a processou por demissão injusta e danos emocionais. Segundo ele, Elizabeth ordenava que seu mordomo executasse atos sexuais com ele, e por recusar, acabou sendo demitido.

Segundo os advogados de Liz, o jardineiro teria sido despedido por contratar constantemente imigrantes ilegais. O caso foi resolvido fora dos tribunais.

Lindsay Lohan vs E-Trade

Em 2010, quando as pessoas ainda ligavam para o que Lohan fazia, uma companhia chamada E-Trade lançou uma campanha de marketing trazendo uma bebê viciada em leite chamada Lindsay. Essa em especial foi parte de uma campanha de marketing que trazia bebês falantes.

O comercial você confere ao lado. Lindsay processou a companhia pelos danos e por sentir que a personagem do comercial tinha sido inspirada nela. Se foi ou não, deve-se admitir que o vídeo é comédia pura.

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Ron Livingston vs pessoas anônimas

Você deve conhecer Ron por Boardwalk Empire e por Invocação do Mal. O ator ficou surpreso ao acessar sua própria página da Wikipédia e se ver descrito como sendo homossexual.

O ator ficou ultrajado e moveu uma ação judicial, alegando difamação, invasão de privacidade e uso não-autorizado de sua imagem. O problema é que a Wikipédia é um site livre para pessoas editarem suas páginas anonimamente, o que significa que é pouco provável saber quem editou a página. Além disso, ser chamado de gay não conta como difamação, invalidando parte do processo. Tenha um pouco de senso de humor, Ron!

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Nicholas Cage vs Kathleen Turner

Em 2008, Cage ganhou um processo de difamação contra a atriz Kathleen Turner. O processo dizia respeito a uma passagem do livro de Kathleen, Send Yourself Roses, que descrevia o trabalho ao lado de Cage no filme Peggy Sue – Seu Passado a Espera.

Turner dizia que Cage foi preso duas vezes por dirigir bêbado e por roubar um cachorro.

Cage se sentiu ofendido e acabou processando a atriz. Turner se desculpou, deu a quantia pedida por Cage e ainda doou para caridade a mando do “rei” de Hollywood.

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Chef sem sapatos vs Simon Cowell

Simon Cowell é um homem rico e ocupado, o que significa que não tem tempo para cozinhar e acaba contratando pessoas para isso. Quando se é um homem na posição de Cowell e só se alimenta de comidas em pequenas porções e kebabs, um chef particular é obrigatório. Fazendo entrevistas com vários chefs, Simon pediu que uma delas retirasse os sapatos antes de entrar em sua casa. Acontece que, ao sair, a cozinheira disse que seus sapatos nunca foram devolvidos, e que o par dado a ela era outro.

Ela dizia que seus sapatos eram especiais e custavam 500 dólares, e então processou Cowell, reclamando 661 dólares para novos sapatos e 9 dólares pela gasolina gasta. Um representante do artista disse que a história era ridícula, e tudo acabou no pagamento de 75 dólares (além dos 9 da gasolina) e a devolução dos sapatos.

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Valerie Turks vs P. Diddy

Esse provavelmente é o caso mais esquisito da história da humanidade. Em 2011, Turks acusou Diddy de ter sido pai de seu filho há 24 anos. Nada estranho até aqui.

Turks então disse que Diddy roubou uma ficha de cassino sua que valia “mais de 100 zilhões de dólares”. Ela ainda alegou que o rapper teria dado a ficha a uma pessoa chamada Gwen Allen. Ela então pediu 100 BILHÕES de dólares para a criança e 900 BILHÕES pela ficha roubada.

Depois de muito estudo, julgaram que a denominação de “mais de 100 zilhões de dólares” não era conclusiva e que Gwen Allen era uma personagem de um filme de 1931. A ação judicial então tomou outro rumo, e o rapper foi acusado de orquestrar os atentados de 11 de setembro, junto de sua ex-namorada, Kim Porter e do homem cujo espancamento inspirou os tumultos de Los Angeles, Rodney King.

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Gus Fiaux

Formado em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Crítico, roteirista e mago nas horas vagas. Demon to some... angel to others (ele/dele) || @gus_fiaux