10 motivos porque a Corvinal é a melhor das casas de Hogwarts!

Ícone de dataÍcone de data 6.6k – Quem é Sonserina na fila do Chapéu Seletor?

Por Gus Fiaux Bem, se você acompanha bem o site, provavelmente percebeu que a Bia Oninawa fez uma lista bem tendenciosa, digamos, interessante, explicando por que a Sonserina é a melhor casa de Hogwarts. Porém, como não estamos nem um pouco convencidos, decidi explorar uma casa realmente injustiçada e marginalizada, afinal de contas, até a Lufa-Lufa está tendo um protagonista aí em algum lugar e a Corvinal não.

Criada por Rowena Ravenclaw, ela não é apenas a melhor casa de Hogwarts, como também é um exemplo a ser seguido pelas outras três. E já passou da hora de J.K. Rowling, e principalmente dos fãs, reconhecerem o valor da Corvinal. Então, aqui vão dez motivos pelos quais a Bia tá erradaCorvinal é a melhor casa da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts!

Perfeito equilíbrio

Todas as outras casas têm características muito fortes que acabam sendo fontes de inspiração para seus alunos. A Grifinória está para a bravura, assim como a Sonserina está para a ambição, e a Lufa-Lufa está para o figurantism... digo, para a lealdade. Por outro lado, a falta de dosagem dessas qualidades acabam rendendo defeitos muito grandes.

Mas por ser uma casa voltada para os sábios e inteligentes, a Corvinal consegue conciliar todas essas qualidades em um balanço adequado:

  • Temos a coragem da Grifinória, mas pensamos duas vezes antes de fazer coisas estúpidas que podem nos matar.
  • Temos a astúcia da Sonserina, mas nunca colocamos isso à frente da honra ou de outras pessoas.
  • Temos a fidelidade da Lufa-Lufa, sem nos cegar para aliados que podem ser falsos.

Conhecimento e sabedoria

Como dito anteriormente, a Corvinal é a casa dos sábios. Sua fundadora, Rowena Ravenclaw, sempre priorizou o ensino aos alunos mais dedicados e que se esforçavam para contemplar algo além do que os olhos podem ver. É uma casa para quem tem mente aberta e espírito livre, o que a torna diferente de todas as outras em Hogwarts.

Além de ter produzido bruxos extremamente influentes e inteligentes, a Corvinal sempre priorizou por oferecer uma base de ensino além do que o colégio pode oferecer. Dessa forma, ela não apenas seleciona alunos inteligentes, como também os incentiva a buscar algo além do "normal". Você quer, Grifinória?

Mas não, não é a casa dos "nerds"!

Ou melhor, é.

Na verdade, a Corvinal é uma casa para todo mundo. O problema é que quando as pessoas falam em "inteligência e sabedoria", todo mundo pensa que é onde todos os CDFs de Hogwarts vão parar. E não é bem assim.

A Corvinal busca por pessoas que tenham formas diferentes de inteligência. São pessoas que podem resolver os mesmos problemas de formas muito diferentes, usando criatividade e intuição. Além disso, é uma casa que aceita muitas pessoas exóticas, por elas terem pensamentos divergentes da população normal e ainda assim serem muito sábios. Luna Lovegood que o diga.

Criatividade, individualidade e otimismo

Como mencionei no item anterior, a Corvinal vai muito além de buscar por talentos matemáticos e dedutivos. É uma casa que valoriza outros aspectos muito importantes, que são um pouco deixados de lado pelas outras casas de Hogwarts. Para ser um corvino, criatividade é essencial.

Além disso, a casa é conhecida pela individualidade e originalidade de seus alunos. Excentricidade sempre é bem vinda, e todo mundo é livre para ser o que quiser ser. Por fim, é uma casa muito idealista, uma vez que seus alunos realmente querem mudar o mundo e fazer dele um lugar melhor.

Alunos sinceros e honestos

Em uma casa onde a originalidade é sempre um ponto positivo, seus alunos precisam estar à altura dessa qualidade. É aí que entra outro fator: a honestidade. Diferente dos Sonserinos, que falam mal de você pelas suas costas, ou dos Lufanos que são aqueles amigos que não conseguem levantar uma crítica, por mais que o que você esteja fazendo seja péssimo, os Corvinos sempre farão de tudo para fazer você crescer.

A sinceridade de um Corvino é um traço extremamente importante, e por mais que alguns pareçam ríspidos, isso nunca vem de um lugar de arrogância ou soberba. E mais do que ser sinceros para você, eles serão sinceros para eles mesmos. Um Corvino não tem medo do que as pessoas pensam e é livre para ser o que quiser ser.

A melhor Sala Comunal

Em uma certa lista sobre uma outra casa de Hogwarts por aí, alguém provavelmente estava muito louca para dizer que morar em uma masmorra é algo legal.

Por sorte, como não somos pessoas loucas, temos a sala comunal da Corvinal, que é acolhedora e encantadora, a começar pelo seu teto, que é recheado de estrelas, galáxias, constelações e o próprio universo. É uma sala circular, suntuosa e simples, mas elegante.

E o melhor de tudo é a forma pela qual os alunos entram na sala. Diferente de todas as outras casas (que têm senhas ou truques), a sala comunal da Corvinal só pode ser acessada depois que seus alunos respondem um enigma, que sempre muda. Então isso, além de exercitar o cérebro, é um ótimo passatempo.

Tudo bem que eu sou um Corvino meio burro e provavelmente durmo no corredor até alguém aparecer pra abrir a passagem, mas ainda assim...

Uma história de amor e fúria

Tudo bem, tudo bem. Tenho que dar crédito para a história do Barão Sangrento, que realmente é muito boa. Mas ela nem existiria se não fosse ligada diretamente à história de Rowena e Helena Ravenclaw. Aqui, a fundadora da casa obrigou o fantasma da Sonserina a ir atrás de sua filha rebelde.

Ele estava apaixonado por ela e a matou, de modo que ela retornou como a Dama Cinzenta. E isso trouxe um profundo desgosto para Rowena, que nunca mais foi a mesma. É uma história triste, sombria e pesada, mas que ajuda bastante a trazer complexidade para a fundadora da casa e sua prole. E de quebra, ainda serve de muleta para a história do Barão Sangrento.

A insígnia de Rowena Ravenclaw

E por falar em Rowena Ravenclaw e na Dama Cinzenta, outra coisa que precisa ser mencionada é a relíquia pertencente à fundadora da casa. Enquanto Godric Gryffindor estava encantado demais com sua espada e Salazar Slytherin e Helga Hufflepuff criavam objetos ordinários com alguns poderes desconhecidos, Rowena decidiu inserir toda sua magia em um diadema.

E por mais que ele tenha sido consumido pela alma fragmentada de Voldemort, no futuro, o diadema era o mais útil de todas as relíquias dos fundadores, uma vez que ele concedia uma sabedoria inestimável ao seu usuário. Se ele tivesse sido melhor utilizado, teria evitado grandes problemas no mundo bruxo.

Hall da fama

A Corvinal pode não ter tido seu destaque necessário nos filmes e nos livros, mas isso não significa que ela não produziu bruxos memoráveis. A começar pela sua própria fundadora, Rowena Ravenclaw, uma bruxa extremamente inteligente e poderosa. Anos depois, Filio Flitwick também cumpriria o legado, se tornando um dos melhores e mais divertidos professores de Hogwarts.

Apesar da loucura, Sibila Trelawney é amada por muitos e também teve origem na Corvinal, assim como a Murta-que-Geme e Cho Chang. Por outro lado, a casa também lançou bruxos mais que brilhantes, como Olivaras e, é claro, Luna Lovegood, uma das personagens mais amadas de toda a série.

Aliás, vale lembrar que, por muito pouco (também conhecido como protagonismo da Grifinória), o Chapéu Seletor não enviou Hermione Granger e Minerva McGonagall para a Corvinal.

Um espaço para todos

Um dos traços mais incutidos pelos alunos da Corvinal é a aceitação de todos e a tolerância. Não é à toa que é retratada como uma das casas mais diversas, multifacetadas e originais da saga. É daqui que saem os maiores inventores e artistas, por terem a liberdade completa de explorarem seus potenciais.

Apesar de muitos acharem que só a Lufa-Lufa é uma casa "de braços abertos", a Corvinal já se provou assim diversas vezes - por mais que, algumas vezes, o Chapéu Seletor tenha feito péssimas decisões, como Quirino Quirrell e Gilderoy Lockhart. Ainda assim, todos são aceitos de forma igual e, ao mesmo tempo, têm suas individualidades exaltadas.

Bem, com isso, um Corvino devotado se despede de vocês. E quero saber se a Bia vai ter algo a responder, ou se mais alguém aparece para defender a Grifinória e a Lufa-Lufa. Boa sorte para quem tentar, mas ainda assim, nenhuma dessas chega aos pés da Corvinal!

sobre o autorGus Fiaux

Formado em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Crítico, roteirista e mago nas horas vagas. Wouldst thou like to live deliciously? || @gus_fiaux

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