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Esquadrão Suicida – Diretor defende a sua versão do filme!

Por Márcio Jangarélli

Em entrevista para a Collider, Ayer defendeu seu trabalho, dizendo que o fluxo do filme era mais importante que a inclusão de algumas cenas. “Mas essa versão do filme é a minha versão, não existe outro tipo de versão de universo paralelo desse filme, o longa lançado é o que eu fiz. E essa é uma das coisas mais duras sobre escrever, gravar e dirigir um filme, quando você termina com essas cenas órfãs, e você ama elas e pensa que seriam cenas incríveis, mas o filme é um ditador”, disse Ayer. “Não é uma democracia, e só porque algo é legal e carismático, não significa que vai sobreviver ao corte final. O fluxo do filme é o grande mestre”.

Ayer ainda explicou o processo de edição em várias camadas, insinuando que algumas pessoas não entendem como a coisa funciona. “Eu acho que existem algumas confusões sobre a criação de um filme, onde você, de alguma forma, tem uma bola de cristal e entende exatamente como tudo vai funcionar e se juntar. É sempre um alvo em movimento quando você tenta destilar e condensar o melhor para o filme. E essa coisa é monstruosa, nós tivemos quilômetros de material, com um filme de reunião, sete personagens maiores que nós tínhamos que introduzir, uma história muito complexa que não é uma história linear e você está apresentando a audiência a um novo mundo; ainda ele tem o meu tipo de linguagem como diretor, minha vibração e atitude. Então dá muito trabalho encontrar o filme; o filme sempre esteve lá e, mesmo nos primeiros cortes, nós sabíamos que tínhamos algo, nós sabíamos que iria funcionar, mas para chegar até lá… wow”.

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Fonte: ComicBookMovie

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sobre o autor Márcio Jangarélli

Assessor, redator e jornalista. Madonna de Jakku.